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7 anos da morte de Carlos Castro: todos os detalhes macabros do hediondo crime

Foi a 7 de janeiro de 2011 que Carlos Castro se despediu da mundo em Nova Iorque, cidade onde sempre quis morrer. A FLASH! dá-lhe agora todos os detalhes sórdidos do crime cometido por Renato Seabra, que pode cumprir pena de prisão perpétua.
Por Carolina Pinto Ferreira | 07 de janeiro de 2018 às 16:23
Renato aproximou-se de Carlos Castro, tal como fizera Luís, para encontrar apoio a nível profissional O cronista social, pouco antes de falecer, em sua casa O jornalista Guilherme Melo, já falecido, revelou à revista Flash! todos os segredos do grande amor do amigo Carlos Castro Nos anos 80, Luís, o homem atrás da máquina fotográfica, que foi a grande paixão de Carlos Castro Carlos Castro foi um dos mais influentes cronistas sociais portugueses O grande amor de Carlos Castro O último aniversário que Carlos Castro celebrou - 65 anos - no restaurante O Madeirense, em Lisboa Com Ruth Bryden, que foi quem o socorreu aquando da tentativa de suicídio, no final dos anos 80 Com Nicolau Breyner, em 2010. Carlos Castro era querido entre as mais diversas figuras da sociedade portuguesa Carlos Castro com Judite Sousa, em 2010 Carlos Castro e Renato Seabra. O jovem, à época com 21 anos, terá sido o segundo homem a tomar-lhe conta do coração Carlos Castro com outros grandes amigos: Manuel Luís Goucha e Cláudio Montez
O grande amor de Carlos Castro
Sexta-feira dia 7, Carlos Castro despediu-se do mundo na cidade onde sonhava fazê-lo. Aos 65 anos, foi violentamente assassinado: agredido na cabeça com o seu computador portátil e castrado, momentos depois, com saca-rolhas. Morreu nu a agonizar numa poça de sangue no quarto 3416 do Intercontinental, um hotel de luxo na Times Square, depois de um ataque psicótico de Renato Seabra, na altura de 21 anos, com quem passou o Ano Novo na cidade americana e com quem mantinha uma relação desde outubro. 

Renato Seabra foi condenado a 25 anos de prisão efetiva pelo massacre. Uma vez que o crime foi perpetado nos Estados Unidos, o jovem não pôde ser deportado para Portugal. Neste momento, e ex-manequim, já com 28 anos, está detido em Clinton Correctional Facility, um estabelecimento de alta segurança, localizada junto à fronteira do Canadá.

Renato aproximou-se de Carlos Castro, tal como fizera Luís, para encontrar apoio a nível profissional O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança Renato Seabra só terá hipótese de sair da prisão daqui a 18 anos O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança Renato e Carlos Castro durante a viagem a Nova Iorque, que terminou da pior maneira, com uma amiga do cronista social Carlos Castro e Renato Seabra. O jovem, à época com 21 anos, terá sido o segundo homem a tomar-lhe conta do coração
O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança
Sete anos depois, a FLASH! recorda-o, passa-a-passo, este crime que chocou o país: 

2 de janeiro de 2011 - começam as discussões entre Carlos Castro e Renato Seabra. O jovem liga para a mãe, dando conta de que algo de errado se passa. Quer voltar para casa. 

3 de janeiro - O casal tem uma violenta discussão no restaurante Pulino's.

6 de janeiro - Carlos Castro confessa a Vanda Pires que pensa antecipar o regresso, por estar com receio de atitudes do modelo. 

7 de janeiro: o dia do crime; 12h25 (17h25 em Lisboa) - Renato sai do hotel, sozinho. Pede o telemóvel a uma desconhecida, Sarah, e liga à mãe a pedir ajuda: "Eu e o Sr. Carlos discutimos"

14h47 - Carlos Castro liga a Odília Pereirinha, tentando acalmá-la. Renato já está no hotel. 

Carlos Castro com Judite Sousa, em 2010 O cronista social com Teresa Guilherme, em 2010 Margarida Marante e Carlos Castro, em 2010 Com Nicolau Breyner, em 2010. Carlos Castro era querido entre as mais diversas figuras da sociedade portuguesa Castro e Maria de Jesus Barroso Carlos Castro com outros grandes amigos: Manuel Luís Goucha e Cláudio Montez Com Clara de Sousa Nuno Guerreiro e o cronista social O último aniversário que Carlos Castro celebrou - 65 anos - no restaurante O Madeirense, em Lisboa A vida de Carlos Castro em imagens Com Lili Caneças e João Libério Fátima Lopes e Castro Lili Caneças era uma das melhores amigas do cronista José Cid a ser entrevistado por Carlos Castro A última produção fotográfica do cronista social para a FLASH!, em Outubro de 2010 Com Ruth Bryden, que foi quem o socorreu aquando da tentativa de suicídio, no final dos anos 80 Marina Mota e o cronista Com Luísa Castel-Branco A vida de Carlos Castro em imagens A vida de Carlos Castro em imagens A vida de Carlos Castro em imagens Carlos Castro foi um dos mais influentes cronistas sociais portugueses A vida de Carlos Castro em imagens A vida de Carlos Castro em imagens
A vida de Carlos Castro em imagens
14h - Dentro do quarto 3416, do Intercontinental Hotel, no número 300 da West 44th Street, Renato Seabra inicia o que se viria a revelar um autêntico festim de violência. Carlos Castro foi morto e agredido de várias formas. O cronista foi estrangulado, depois apunhalado com um saca-rolhas, os seus olhos perfurados, pontapeteado, espezinhado no rosto, atirado, de cabeça contra um ecrã de televisão e, finalmente, os seus testículos foram cortados. No relatório da acusação pode ler-se: "Dr. Michelle Sloane, do Gabinete de Medicina Legal, depois de um exame ao corpo, observou marcas de sapato no rosto do sr. Castro, provas de compressões no pescoço, lacerações, um grande traumatismo craniano (...)"

19h00 - Renato Seabra sai do quarto, onde esteve com o cadáver durante quatro horas, impecavelmente vestido. Cruza-se com Vanda e Mónica Pires, que chegam ao local depois de estranharem o facto de Carlos Castro não lhes atender o telemóvel. O rapaz adverte-as que Carlos Castro não sairá mais do hotel e foge com passo apressado. 

19h20 - O corpo de Carlos Castro é encontrado. Por esta altura, Renato vagueia pela cidade e fotografias suas, conseguidas pela polícia no seu Facebook, são divulgadas. Tem início a caça ao homem.

23h00 - Renato dá entrada num hospital para tratar de ferimentos nas mãos e no rosto. O taxista que o leva até lá, liga para as autoridades. "Acho que acabo de deixar o vosso homem." Uma enfermeira reconheco o modelo, que acaba detido e transferido para a unidade de psiquiatria do hospital Bellevue.

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