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Como João Pinto perdeu meio milhão de euros e José Veiga foi ilibado

Em 2012, o antigo futebolista, o empresário, Luís Duque e o antigo diretor financeiro leonino Rui Meireles foram condenados por crime de fraude fiscal. Na relação foram todos ilibados menos João Pinto que acabou por pagar 500 mil euros. Segundo o Ministério Público, Rui Rangel terá exercido influência a troco de benefícios patrimoniais de Veiga.
02 de fevereiro de 2018 às 21:06
O empresário José Veiga cumprimenta o administrador da Sporting SAD Luís Duque. Ambos condenados por fraude fiscal e, posteriormente, absolvidos no Tribunal da Relação João Vieira Pinto acabou condenado a pena de 4 anos de cadeia suspensa mediante pagamento de meio milhão de euros Em 2012, José Veiga à chegada do Campus da Justiça, em Lisboa O antigo dirigente leonino, Luís Duque, acabou ilibado da acusação de fraude fiscal João Pinto foi o único condenado no processo de fraude fiscal que lhe custou 500 mil euros João Pinto foi o único condenado no processo de fraude fiscal que lhe custou 500 mil euros João Pinto foi o único condenado no processo de fraude fiscal que lhe custou 500 mil euros João Pinto foi o único condenado no processo de fraude fiscal que lhe custou 500 mil euros João Pinto foi o único condenado no processo de fraude fiscal que lhe custou 500 mil euros João Pinto foi o único condenado no processo de fraude fiscal que lhe custou 500 mil euros O empresário José Veiga e João Vieira Pinto, no ano 2000. Pouco depois, o jogador anunciava que rescindia com o Benfica. João Pinto mudou para o outro lado da 2.ª Circular, para o Sporting José Veiga e João Vieira Pinto, em Ermelo, durante uma pausa do Campeonato da Europa de 2000 João Pinto foi o único condenado no processo de fraude fiscal que lhe custou 500 mil euros
João Pinto foi o único condenado no processo de fraude fiscal que lhe custou 500 mil euros

A Operação Lex continua a trazer a lume casos surpreendentes. Segundo o Ministério Público, Rui Rangel terá recebido vantagens patrimoniais do empresário José Veiga para influenciar dicisões judiciais.

Uma delas é a sentença de julho de 2013, proferida pelo juiz desembargador do Tribunal da Relação de Lisboa, Rui Gonçalves.

O acordão absolveu José Veiga de fraude fiscal e branqueamento de capitais depois do empresário de futebol e antigo diretor desportivo do Benfica ter sido condenado em 1.ª instância.

Recorde-se que, em setembro de 2012, o Tribunal Criminal de Lisboa condenou o ex-futebolista João Vieira Pinto, o empresário José Veiga, o administrador da Sporting SAD Luís Duque e o antigo diretor financeiro leonino Rui Meireles por crime de fraude fiscal no polémico caso da transferência de João Vieira Pinto do Benfica para o Sporting, em que o jogador teria recebido cerca de 4 milhões de euros de um alegado prémio de assinatura em contas no reino Unido e no Luxemburgo.

Após recurso para a Relação, José Veiga, Luís Duque e Rui Meireles passaram de condenados a penas de mais de 4 anos de prisão, suspensos mediante o pagamento de mais de 169 600 euros, a absolvidos sem nada a pagar.

Pelo contrário, João Vieira Pinto foi o único dos arguidos que acabou condenado com uma pena que passou de 1 ano e 6 meses para 4 anos suspensa mediante pagamento de 500 mil euros por fraude fiscal e que, entretanto, transitou em julgado já não havendo espaço para novo recurso.

Em setembro de 2013, o procurador requereu a declaração de nulidade do acordão por "imprecisões e vícios de racíocínio e argumentação".

Em declarações ao 'Sexta às 9', da RTP, João Vieira Pinto garantiu que irá lutar pela reposição da Justiça. "Se for provado que houve interferência na decisão do meu processo irei agir com todas as minhas forças e vou pedir revisão da sentença", afirmou o antigo jogador a Sandra Felgueiras.     

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