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Condenado a 25 anos, Renato Seabra tenta suicidar-se na prisão

Assassino de Carlos Castro está fortemente medicado mas continua numa cela coletiva.
Por Isabel Laranjo | 13 de janeiro de 2018 às 11:34
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Condenado a 25 anos, Renato Seabra tenta suicidar-se na prisão
Diogo Costa, que se intitula o "melhor amigo" de Renato Seabra, já o visitou duas vezes na prisão de alta segurança onde o aspirante a modelo terá de passar, no mínimo, os próximos 18 anos, depois de ter sido condenado pela morte do cronista social Carlos Castro. 

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Este amigo do assassino confesso de Carlos Castro conta, em exclusivo, à TV Guia, o que viu e sabe da vida de Renato - com quem troca correspondência frequentemente - na cadeia. "Já se sabe como é que são aquelas prisões, não é como cá. Há muitos ataques, problemas, é um meio muito hostil. No caso do Renato, creio que também já lhe aconteceu ser incomodado, mas isso acaba por ser normal num local daqueles", explica o empresário, de Cantanhede.


"O RENATO NÃO ESTÁ ARREPENDIDO"

Diogo revela ainda o que Renato fez, logo após ser ditada a sua sentença, 25 anos a prisão perpétua, no dia 21 de dezembro de 2012.

"O Renato tentou matar-se duas vezes. A primeira vez foi logo nos primeiros dias, depois de ser preso. A outra foi agora, há menos tempo. Nunca quis explorar muito isso, nem fazer muitas perguntas, porque sei que é difícil tanto para ele como para a família, mas creio que usou lâminas, utensílios de barbear."

O empresário assegura, ainda, que "o Renato não está arrependido porque nem sabe bem o que fez. Aquilo foi uma coisa que lhe passou naquela momento pela cabeça e que deve ter sido provocada por algo de muito grave. Porque o Renato nunca foi violento, nunca o vi, sequer, a ter uma discussão mais forte."

"TEM VONTADE DE GOZAR A VIDA"

Diogo Costa afirma que Renato "está estabilizado mas tem altos e baixos emocionais. Ele não fez aquilo de livre vontade, estava debaixo de um problema psicótico, mas não é um psicopata, que volte a matar", garante ainda o empresário, formado em Marketing e que foi completamente apanhado de surpresa, há sete anos, quando soube o que tinha acontecido no quarto 3416, do Intercontinental Hotel, na West 44th Street, em Manhattan.

Renato Seabra recebe ainda visitas regulares da mãe e da irmã e já conhece os 2 sobrinhos que nasceram após o crime. Diogo garante que, apesar de tudo, Renato mostra "ter vontade de gozar a vida, quando sair da prisão".

Leia a reportagem completa na TV Guia desta semana, já nas bancas!

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