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Contra os feminismos de Hollywood, Catherine Deneuve defende que os "homens têm a liberdade de importunar"

Francesas manifestam-se contra o extremismo dos movimentos #MeToo e 'Time's Up', que lutam contra o assédio sexual por parte de atores e realizadores de Hollywood.
10 de janeiro de 2018 às 10:14
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Estes são os vestidos mais ousados dos Globos de Ouro

Os casos do assédio sexual e os movimentos de defesa criados pelas actrizes em Hollywood continuam a dar que falar.

Depois de participantes e convidados se vestirem de negro na última gala dos Globos de Ouro, em Los Angeles, como forma de solidariedade para com as vítimas de assédio sexual, a atriz francesa Catherine Deneuve juntou-se a mais 100 mulheres, entre atrizes, artistas e académicas, em forma de protesto contra os excessos dos movimentos de solidariedade de Hollywood #MeToo e ‘Time’s Up’.  

Nicole Kidman Angelina Jolie Kendall Jenner Michelle Pfeiffer Sarah Jessica Parker Catherine Zeta-Jones Dakota Johnson Jessica Biel Kate Hudson Penelope Cruz Sarah Paulson Jessica Chastain Naomi Campbell Gillian Anderson Kerry Washington Mariah Carey Diane Kruger Viola Davis Heidi Klum Gal Gadot Millie Bobby Brown Reese Witherspoon Eva Longoria Margot Robbie Mary J. Blige Maggie Gyllenhaal Alicia Vikander Halle Berry Debra Messing Emilia Clarke Kelly Clarkson Elizabeth Moss
Os looks dos Globos de Ouro 2018

"A violação é um crime. Mas tentar seduzir alguém insistentemente ou de forma desapropriada não é", inicia-se assim a carta aberta publicada esta terça-feira no jornal francês ‘Le Monde’. A publicação é vista como uma dura crítica às proporções tomadas pelos movimentos femininistas criados pelas atrizes de Hollywood.

As autoras fazem referência a "uma onda puritana feminina", defendendo os nomes dos homens que "foram castigados e forçados a abandonarem os seus empregos" devido a meras acusações de assédio, tais como James Toback, Kevin Spacey ou Dustin Hoffman.

"Como mulheres, não nos revemos neste feminismo que, para além de denunciar o abuso de poder, transforma-se num ódio contra aos homens e a sexualidade". Segundo a publicação, assinada por atrizes como Catherine Deneuve, Catherine Millet e Ingrid Caven, a ideia de que os homens são obrigados a confessar os seus comportamentos em público e a pedir desculpa por actos cometidos há vários anos, aproxima a nossa sociedade de um regime totalitário.

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