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Diana estava viva e conseguiu falar após acidente. As última palavras da princesa

No dia em que se assinalam os 20 anos da morte de Lady Di, o bombeiro Xavier Gourmelon recorda os detalhes após o fatídico acidente: "Quando foi para a ambulância estava viva e eu esperava que sobrevivesse".
31 de agosto de 2017 às 16:27
"Meu Deus, o que é que aconteceu?", estas foram as últimas palavras da Princesa Diana, ditas ao bombeiro francês Xavier Gourmelon.

Quando a equipa de bombeiros chegou à Pont de l'Alma, há 20 anos, em Paris, Gourmelon foi o primeiro a procurar sobreviventes no Mercedes preto. "Dava para ver que ela tinha um ligeiro ferimento no ombro direito mas, sem ser isso, não parecia haver nada significativo. Ela quase não tinha sangue. Honestamente, achei que ia sobreviver", contou o bombeiro ao 'The Sun'.

Não é a primeira vez que Gourmelon fala à imprensa sobre aquela noite. Agora, no aniversário de 20 anos da morte de Diana, frisa que continua a lembrar-se de cada detalhe do que aconteceu naquele túnel, logo a seguir ao fatídico acidente.

"Quando foi para a ambulância estava viva e eu esperava que sobrevivesse. Mas descobri mais tarde que tinha morrido no hospital", continuou.

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Gourmelon relata que a eterna Princesa do Povo mexia-se e falava em inglês, um pouco assustada. "Percebi e então tentei acalmá-la um pouco. Ela estava a mexer o braço esquerdo, que estava livre, mas o direito estava preso. Segurei-lhe na mão. Não me lembro do que lhe disse para a acalmar mas foi em francês", recorda.

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O bombeiro diz que quando recebeu o alerta estava muito próximo do túnel, pelo que deve ter demorado apenas três minutos para chegar ao local. Depois dos bombeiros, veio um médico minutos mais tarde e disse que ela tinha de ser retirada do carro.

"Tirámo-la e primeiro pusémo-la numa maca, depois num cama com colchão de ar – muitas vezes, o maior medo em acidentes rodoviários são ferimentos na coluna e, então, para evitar mais danos imobilizamos a vítima. Naquele momento, o médico disse-nos que o coração dela tinha parado e começámos a fazer uma massagem cardíaca, dois de nós, e o coração voltou a bater quase de imediato".

Só depois de Diana estar na ambulância o chefe de Xavier Gourmelon perguntou-lhe se tinha reconhecido a mulher: "Não tinha, olhei para dentro da ambulância e aí reconheci-lhe a cara. Tínhamos feito exatamente o mesmo, fosse quem fosse. De uma coisa lembro-me: os dois passageiros no banco de trás não levavam cinto de segurança".

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No carro, seguiam, além de Diana, Dodi Al-Fayed, o seu segurança, Trevor Rees-Jones, e, ao volante, Henri Paul. O segurança foi o único sobrevivente. Diana morreu no hospital após várias tentativas de reanimação.

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