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Casas Reais polémica

Juan Carlos tinha tanto apetite sexual que teve 5 mil amantes

O popular rei emérito de Espanha teve 5.000 amantes. Deslocava-se para os encontros de helicóptero e praticava sexo em palácios, quintas e hotéis de luxo fora de Madrid. O voraz apetite de Don Juan era tanto que o ditador Franco montou uma rede de espiões só para registar as façanhas sexuais.
Por João Bénard Garcia | 12 de julho de 2017 às 09:49

Juan Carlos I, o rei emérito de Espanha, deixou o trono há 3 anos, mas continua com maior popularidade do que o seu sucessor, o filho Felipe VI. E agora percebe-se porquê: Amadeo Martínez Inglés, um escritor e súbdito da coroa espanhola, acaba de lançar uma biografia não autorizada do velho monarca em que revela números astronómicos sobre o feroz apetite sexual de Don Juan: qualquer coisa como… 5.000 amantes.

O livro 'Juan Carlos I: o rei das 5.000 amantes' só chega às bancas em setembro, mas promete aquecer este verão. A biografia não autorizada dá conta dos inúmeros romances do rei emérito de Espanha, cujas aventuras amorosas até foram vigiadas por espiões a soldo do ditador Francisco Franco.

Segundo Amadeo Martínez Inglés, um velho coronel aposentado, o rei emérito de Espanha, agora com 79 anos, terá tido cerca de 5.000 amantes ao longo da sua vida e não era nada esquisito a escolhê-las. De acordo com o conteúdo da nova obra, o rei tinha um fascínio por "belas vedetas" mas também por "mulheres modestas", segundo revela na edição de hoje o jornal 'El Español'.

O autor da obra descreve com detalhe muitos dos encontros românticos de Juan Carlos desde que este fez a sua primeira conquista, aos 16 anos, até ao mais recente caso, conhecido do público em geral, com na loira Corinna zu Sayn-Wittgenstein.

O livro está recheado de peripécias dignas de fazer crescer de raiva as unhas do velho monarca. Lá estão as aventuras de Juan Carlos quando frequentou a Academia General Militar de Saragoça, entre setembro de 1955 e 1957, período em que saía todos os fins de semana com um grupo de amigos para participar em festas privadas e "praticar sexo com amiguinhas circunstanciais."

ENCONTROS SEXUAIS COM REGISTO OFICIAL

Amadeo Martínez Inglés, que, esclareça-se, já foi condenado por difamação contra Juan Carlos, em especial pelo que revelou no livro 'Juan Carlos I: O último Borbón', revela ainda que o ditador Francisco Franco montou uma rede de espiões para caçarem e anotarem as cambalhotas do príncipe. O autor afirma ter tido acesso a registos oficiais da polícia politica espanhola e diz lá ter encontrado registos de, pelo menos, 332 encontros sexuais do futuro rei.

O livro conta também a história de Liliane Sartiau, com quem o rei terá tido encontros amorosos esporádicos durante dez anos, e dos quais resultou uma alegada filha, Ingrig Sartiau, que tentou provar com testes de ADN que o monarca espanhol era seu pai. Algo que também aconteceu com Albert Solé Jiménez, outro alegado filho ilegítimo do monarca. Ambas as investigações acabaram arquivadas.

Muitas das relações amorosas de Juan Carlos I ocorreram após o casamento real com Sofia. Segundo o autor, o rei estava casado e teria tido dez amantes em simultâneo, encontros sexuais para os quais se deslocava para palácios luxuosos, quintas rurais ou hotéis de luxo fora de Madrid, usando sempre com meio de transporte um helicóptero.

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