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Tragédia de Pedrógão Grande

Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo"

O Presidente voltou ao local da tragédia, quer dar afetos, deixar as pessoas desabafarem os seus dramas e confirmar que há um plano eficaz de combate aos fogos. Nas suas declarações, Marcelo não quer apontar culpados, mas reconhece falhas.
Por João Bénard Garcia | 19 de junho de 2017 às 20:01
Marcelo Rebelo de Sousa tem-se mantido no terreno a acompanhar as operações em Pedrógão Grande Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo" Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo"
Marcelo critica todos: "Não vamos juntar mais frentes à frente do fogo"

O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa voltou hoje, dia 19 de junho, pelas 14h00, ao cenário de catástrofe no centro de Portugal para acompanhar os trabalhos de combate aos violentos fogos na zona do Pinhal Interior.

O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão O dia a seguir ao inferno em Pedrógão
O dia a seguir ao inferno em Pedrógão

À chegada à localidade de Avelar, onde agora está instalado o novo posto de comando das operações, o chefe de Estado teceu duras críticas à forma como o combate começou a ser feito no passado sábado, dia 17, e lançou recados a quem já quer começar a procurar culpados, antes mesmo dos fogos estarem extintos.

"Há uma prioridade que é a de combatermos os incêndios e de darmos apoio aos sobreviventes e às famílias das vítimas. Temos muitas frentes pela frente, não vamos juntar mais frentes. Mais para a frente teremos todo o tempo do mundo para falarmos depois, com calma, das causas, fazermos reflexões e análises", avançou o Presidente.

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Esta é a segunda vez, em menos de 48 horas que Marcelo Rebelo de Sousa se desloca à região onde ocorreu a morte de 63 pessoas (um bombeiro morreu hoje a combater as chamas) e onde outras 136 ficaram feridas,  algumas com gravidade, segundos os dados oficiais confirmados durante a tarde de hoje.

"No momento crucial achei que devia estar presente e acompanhar a evolução dos acontecimentos. Hoje já temos maior capacidade de previsão, estamos mais preparados para responder às condições meteorológicas, deslocámos os meios com antecedência para os locais onde o risco é maior e temos uma organização diferente, a começar pela localização deste posto, que tem outras condições", referiu Marcelo, deixando uma clara mensagens de que o posto de comando inicialmente instalado em Pedrógão Grande não fôra o mais adequado ao combate aos incêndios que, desde a tarde do passado sábado, estão a fustigar serras e vales, com maior incidência nos concelhos de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra.

4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão 4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão 4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão 4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão 4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão 4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão 4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão 4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão 4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão 4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão
4 crianças entre os mortos do inferno de Pedrógão

"Temos uma nova mobilização, adequada aos desafios que estão em curso", salientou Marcelo, acrescentando que agora "tudo está a ser feito com critério e organização", e assumindo que a sua presença se deve ao facto de ser "preciso uma palavra do Presidente que pode ser afeto, como é natural nestas circunstâncias."

PRESIDENTE PROMETE DAR O OMBRO PARA ESCUTAR A REVOLTA DAS VÍTIMAS

Para Marcelo, na noite de sábado, dia 17, e também na madrugada de dia 18, domingo, fez-se "o que era possível. Ir mais longe, nestas circunstâncias era impossível. Basta haver uma morte para ser uma tragédia, várias dezenas de mortes são uma tragédia sem precedentes", concluiu, confessando compreender como se sente quem vive na pele todo este drama: "Há um misto de revolta: 'porquê nós? Porquê aqui? Porquê a mim, que não fiz mal a ninguém!' É natural que as pessoas se sintam revoltadas. O meu papel e o meu desafio é ouvi-las, é o de que possam desabafar".

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O chefe de Estado defendeu ainda haver, neste momento crítico, uma "prioridade": "combater o incêndio, apoiar as famílias que estão a sofrer e não vamos agora dispersar energias a questionar se a culpa é do vento ou da falta de meios", rematou.

Já em Figueiró dos Vinhos, Marcelo garantiu a meio da tarde aos jornalistas que "a moral dos operacionais sobe cada vez de que sobe o desafio da luta. O que temos estado a observar são sinais positivos no combate aos incêndios", acrescentando estarmos "no momento de combate e essa é a nossa prioridade", sublinhou.

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O Presidente da República vai ainda hoje passar pelo Posto dos Bombeiros em Góis e visitar o Quartel dos Bombeiros Voluntários de Castanheira de Pêra, o último dos centros operacionais que foram criados ontem, dia 18, ao final do dia, para combater de forma mais eficaz as várias frentes de incêndio que fustigam esta região.

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Comentários

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Anónimo Há 3 dias

Gosto como administra as situações, mas que este fogo político não se apague ...

joao Há 4 dias

MARCELO E UM COMPLETO TROLORO, SO DIZ DISPARATES NA ANSIA DE AGRADAR A GREGOS TROIANOS EM ESPECIAL AOS COSTAS QUE CONTROLAM A COM SOCIAL


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