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Marcelo Rebelo de Sousa traído por padre amigo

Presidente da República diz-se "surpreendido e chocado" com o escândalo que envolve o sacerdote António Teixeira, amigo do chefe de Estado.
06 de janeiro de 2018 às 13:24
Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo O Presidente da República no Santuário de Fátima O Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro-ministro, António Costa, e mulher, Fernanda Tadeu, assistiram à procissão das Velas, no Santuário de Fátima Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo O Presidente a caminho do almoço com a associação de vítimas dos incêndios O Presidente, na manhã de Natal, a chegar a Pedrógão Grande Inauguração do Presépio de Priscos em Braga Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, durante a inauguração do Presépio de Priscos em Braga Inauguração do Presépio de Priscos em Braga Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo
Padre, amigo do Presidente, acusado de roubo

Foi um "balde de água fria" para Marcelo Rebelo de Sousa. Católico, homem de fé e de afetos, o Presidente da República sentiu-se "atraiçoado" com o evolvimento de um amigo, homem do clero, no escândalo do desaparecimento de arte sacra.

Marcelo diz-se mesmo "surpreendido e chocado" com as suspeitas que recaiem sobre o padre António Teixeira, constituído arguido no processo de desaparecimento de arte sacra da Igreja de Santo Condestável, em Campo de Ourique, onde foi padre.

Segundo a 'VIP', Marcelo Rebelo de Sousa conhece António Teixeira há vários anos das paróquias de Cascais e Carcavelos e tinha por ele uma amizade que levou o atual Presidente a escrever o prefácio de um livro do sacerdote.

Em declarações ao 'Público' Marcelo dá conta do choque e do sentimento de traição. "Tendo sabido hoje do processo, estou surpreendido e chocado. Não esperava isto de uma pessoa que conhecia há tanto tempo das paróquias de Cascais e Carcavelos e não corresponde à ideia que tinha dele."

O processo inclui o desaparecimento de vários artigos como paramentos e material utilizado para ornamentar o altar, assim como uma taça de prta dourada com pedras preciosas e imagens do século XVIII.  

  

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