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Solteira e sem filhos: afinal quem é a "supernanny" que está a dar que falar?

Teresa Paula Marques, solteira, 51 anos de idade, psicóloga clínica, é a nova preceptora de Portugal, no programa da SIC 'Supernanny', que tanta polémica provocou logo na estreia.
16 de janeiro de 2018 às 17:39
O programa 'Supernanny' nasceu em Inglaterra e foi estreado no dia 1 de abril de 2006. A ideia original é a de ajudar os pais de crianças birrentas a porem os mais pequenos na ordem, com a ajuda desta ama especial. 

O formato é, assumidamente, um reality show e tem versões em diversos países, como Espanha, Brasil ou Estados Unidos. Agora, chegou a Portugal, através da SIC, que assim preencherá os serões de domingo, pelo menos durante as próximas 7 semanas.

O primeiro programa teve mais de 1 milhão de espetadores, o que correspondeu ao quinto lugar na tabela de audiências dos mais vistos da semana.

Teresa Paula Marques é a 'supernanny' portuguesa. E não foi escolhida por ser psicóloga, dado que nos outros países as 'nannys' têm outras profissões. Por exemplo, em Espanha, a babá da televisão é educadora de infância.

TAL COMO EM 'MÚSICA NO CORAÇÃO'

Certo é que, aos 51 anos de idade, solteira e sem filhos, Teresa enquadra-se no imaginário da preceptora, ao estilo de Maria, a encantadora ama do inesquecível filme 'Música no Coração', interpretada por Julie Andrews. Nesse caso, a ama também não tinha filhos – podendo assim dedicar-se exclusivamente a educar os dos outros – e tinha saído de um convento.

A figura sóbria e o sorriso afetuoso são outras qualidades que fazem de Teresa Paula Marques a "figura" do programa.

Teresa Paula Marques torna-se, agora, mais conhecida do grande público. Porém, a psicóloga clínica é comentadora regular, de programas de televisão, nos vários canais, há mais de 15 anos. Tem, também, colaborado em diversas publicações, com artigos de opinião ou respondendo às dúvidas dos leitores. A psicóloga chegou a ter crónica semanal na FLASH!, até cerca de 2009 e colabora regularmente com o 'Correio da Manhã' e CMTV. 

À revista TV Guia garantiu que "os filhos únicos serem mais mimados é um mito. Há crianças problemáticas que têm irmãos". E acrescentou: "O mimo não faz mal a ninguém e nunca é demais. O que faz falta é haver regras".

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