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Sabe quanto tempo falta para Renato Seabra sair da prisão?

Em 2011, o jovem Renato Seabra tirou a vida ao cronista Carlos Castro de forma particularmente bárbara. Foi condenado a uma pena de 25 anos de cadeia a prisão perpétua. Mas poderá sair antes e regressar a Portugal. Saiba como.
10 de janeiro de 2018 às 08:00

Em 2011, Renato Seabra cometeu um crime que chocou o país e mudou para sempre o rumo da sua vida. Em Nova Iorque assassinou o cronista social Carlos Castro, a 7 de janeiro, com contornos particularmente macabros, num quarto de hotel.

7 anos depois do crime, o antigo modelo tem agora 28 anos e cumpre pena de prisão num dos estabelecimentos prisionais norte-americanos mais temidos.

Localizada em Dannemor, junto da fronteira com o Canadá, é conhecida como a "Sibéria de Nova Iorque", por causa do clima frio. É um dos maiores presídios de "alta segurança" dos Estados Unidos da América e desde que foi construída, em 1844, tem uma história de duras penas para os detidos – obrigava os prisioneiros a trabalhar nas minas e chegou a ser palco de execuções de pena de morte através da cadeira elétrica, no século XIX.

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Clinton Correctional Facility
É lá que o antigo modelo terá de cumprir o tempo mínimo da pena, sem qualquer possibilidade de ser extraditado para Portugal. O crime que cometeu não permite que saia por bom comportamento.

Renato Seabra, foi condenado a uma pena de 25 anos de cadeia a prisão perpétua. Será deportado para Portugal logo que atinja o limite mínimo da pena, em 2036. Terá então 46 anos de idade. 

A legislação penal do estado de Nova Iorque não permite qualquer desconto na pena, por exemplo por bom comportamento, no caso dos crimes de sangue graves, como o tribunal classificou o de Renato Seabra quanto à forma bárbara como matou Carlos Castro.


Carlos Castro tinha 65 anos quando morreu no quarto do Hotel Intercontinental, ocupado pelos 2. O cronista social foi torturado e mutilado durante horas.

Depois do crime, Renato tomou banho saiu para andar nas ruas de Nova Iorque, tendo dado entrada no Bellevue Hospital, devido aos ferimentos nos braços. 

Em tribunal, o jovem tentou alegar insanidade mental temporária para se defender, mas não conseguiu convencer o júri. 



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