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Salvador Sobral: "Hoje em dia se fumasse um charro caía para o lado"

O cantor, que continua à espera de um transplante de coração, falou sobre as suas experiências com drogas e tabaco e ainda diz que "se conseguisse fumar pouco também fumava".
03 de novembro de 2017 às 11:41
Salvador Sobral falou sobre o seu passado de drogas, com a brutal honestidade que lhe é característica.

Os problemas cardíacos do cantor são sobejamente conhecidos; tem uma insuficiência cardíaca, está na lista de espera para receber um transplante de coração e sobrevive atualmente com um coração artificial. Obviamente, as drogas e o tabaco são expressamente proibidas. Mas nem sempre foi assim. 

Na entrevista que deu à 'Notícias Magazine', lado a lado com Lena D'Água, o cantor admitiu que deixou de fumar recentemente, porque não tinha outra escolha. "Tinha estímulos de saúde muito fortes. Não podia continuar a fumar de maneira nenhuma. Fumava tabaco de enrolar, um pacote para quatro dias. Ainda era algum tabaco", revelou.

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Ao mesmo tempo, Salvador elogiou a capacidade de Lena D'Água de não fumar muitos cigarros por dia e admitiu que ainda tem vontade de regressar ao vício. "Tu fumas pouco. Se conseguisse fumar pouco também fumava. Há pessoas que fumam duas vezes por semana. Acho isso incrível", afirmou o cantor.

No entanto, quando deixou de fumar, Salvador diz que não sentiu diferenças "visíveis" na saúde. "Não notei diferenças. Quando deixei de fumar charros, sim, a minha voz melhorou imenso, com tabaco não senti nada. Nem na voz, nem no olfato, nem no paladar. Foi triste, gostava de ter sentido", admitiu.

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Em relação às drogas, em especial a cannabis, Salvador, que namora com a atriz franco-belga Jenna Thiam, relembrou os seus tempos de Erasmus, em Palma de Maiorca. "Era Erasmus, tinha 21 anos, estava numa ilha linda, com muitos outros da minha idade. É claro que há drogas", revelou, sem pudor.

"Isso, como digo é-me indiferente. Já não me é indiferente que digam que cantei no festival drogado. E já li isso. Acho graça a isso das drogas, porque hoje em dia se fumasse um charro caía para o lado", contou.

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