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Telemóvel caça Juan Carlos com amante em escapadinha na Irlanda

Fugiu de Palma de Maiorca assim que a família real levantou voo para passar férias lá. Refugiou-se em segredo na Irlanda com a amante, Marta Gayá, mas era tão secreto que a escapadinha foi gravada por um telemóvel indiscreto numa cerimónia oficial.
Por João Bénard Garcia | 09 de agosto de 2017 às 13:48

Assim que a família real espanhola começou a assentar arraiais no palácio de Marivent, em Palma de Maiorca, nas ilhas Baleares, o rei emérito Juan Carlos I, de 79 anos de idade, escapou-se com um grupo de amigos e foi fazer umas férias privadas, primeiro na Irlanda e agora em Saint Tropez, na Côte D’Azur, no sul de França. Só que o monarca espanhol não se limitou a viajar com um grupo de amigos íntimos e levou também a sua eterna amante, a milionária Marta Gayá, de 68 anos.

O rei, a namorada e os amigos mais íntimos partiram para 'ilha verde' a 26 de julho e tudo corria bem nesta escapadinha mantida no maior dos segredos, claro, até que Juan Carlos I, a convite do amigo e magnata da banca Allen Jesús Sanginés-Krause, seu anfitrião, decidiu participar no ato oficial de inauguração de uma igreja, na cidade de Clonmel, que foi renovada e transformada em galeria de arte. E foi sozinho? Não, levou a amante – como os espanhóis lhe chamam –, "la negra" ou "a mulher do bronzeado eterno", devido à sua tez morena.

E foi no momento em que o banqueiro de origem mexicana, Allen Jesús Sanginés-Krause, prestava homenagem pública ao amigo Juan Carlos que convidou para o evento que alguém caça numa filmagem Juan Carlos I e a amante mesmo a seu lado, ambos vestidos com o mesmo tom de azul, a fazer 'pendant'.

Marta Gayá apercebe-se que terá sido apanha pela câmara de um telemóvel e afasta-se de Juan Carlos I e das cerca de 100 pessoas que assistiam à inauguração. A mulher do bronzeado eterno, segundo revela o jornal espanhol 'esdiario' não aparece em nenhuma fotografia oficial tirada durante e no final da inauguração da nova galeria de arte, no espaço que outrora fora da igreja de São João Batista, nesta cidade que fica a 80 quilómetros a sul da capital irlandesa, Dudlin.

Até agora, ao longo dos 35 anos que têm de relacionamento amoroso proibido, o rei emérito e a sua amante favorita sempre foram um casal discreto e nunca apareceram junto em cerimónias, sejam públicas ou privadas.

A aparição juntos na Irlanda foi mais um tabu que Juan Carlos I quebrou, quando já não governa Espanha, está prestes a celebrar 80 anos de vida e a poucos dias de voltar a estar nas bocas do mundo devido à publicação do livro 'Juan Carlos I. O rei das cinco mil amantes', para o monarca uma obra maldita, da autoria do coronel aposentado Amadeo Martinez.

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