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Tony Carreira acusado de não pagar aos músicos

Músicos franceses acusam Tony Carreira de não cumprir o contrato e lhes ter ficado a dever milhares de euros. O caso seguiu para tribunal e o cantor arrisca-se a perder uma fortuna.
30 de julho de 2017 às 15:19
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Tony Carreira acusado de não pagar aos músicos

Tony Carreira está debaixo de fogo. Tudo porque não cumpriu com o pagamento acordado com um grupo de músicos que com ele atuaram no concerto que deu em França, em 2000, e do qual resultou o CD e o DVD 'Tony Carreira - Ao Vivo no Olympia'.

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Em declarações à revista TV7 Dias, o músico trompetista Patrick Bailly explica que, na altura, o acordo foi assinado entre os 8 músicos e a empresa Carreira Produções, Lda., num processo onde esteve igualmente envolvida a empresa do irmão de Tony Carreira, José Antunes.

Ainda segundo as declarações do trompetista, o cantor português não podia pagar um valor muito elevado aos músicos por causa do avultado investimento realizado no concerto. Patrick tinha pedido um cachet de cerca de €1200, mas Tony só podia pagar cerca de €230.

O músico francês sugeriu então que o pagamento fosse feito através de uma percentagem dos direitos sob a venda do duplo álbum e DVD. O acordo foi celebrado por ambas as partes mas, segundo a TV7 Dias, nunca terá sido cumprido pela empresa Carreira Produções, Lda., entretanto dissolvida em 2008.

Entretanto o caso foi entregue no Tribunal da Propriedade Intelectual de Lisboa e Tony Carreira arrisca assim a uma avultada indemnização de vários milhares de euros.

Recorde-se que o CD e DVD, 'Tony Carreira - Ao Vivo no Olympia', é considerado como a grande consagração da carreira do cantor romântico.

Entretanto, Tony Carreira gere a empresa Regi-concerto, conjuntamente com a mulher, Fernanda Antunes. A empresa foi avaliada pela revista 'Forbes', por 7 milhões de euros. É a Regi-concerto que trata de todos os concertos, merchandising, gestão do clube de fãs e dos 'royalties' devidos ao cantor romântico.

Com 8 funcionários permanentes na empresa, e vários espalhados pelo terreno, entre músicos e técnicos, a Regi-Concerto paga 270 mil euros em ordenados, por ano.  

 

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