pub

Notícia

Polémica

Treinador português, Augusto Inácio, sequestrado no Egito

O treinador Augusto Inácio terá sido sequestrado esta tarde no estádio do Zamalek, clube de futebol cuja equipa comandava. E dizemos comandava porque, na presença de dois diplomatas portugueses no Cairo, assinou a rescisão e foi "libertado".
27 de julho de 2017 às 20:19
Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito
Augusto Inácio impedido de abandonar instalações do Zamalek, no Egito

O português Augusto Inácio, que treinava desde abril último o Zamalek, no Egito, terá sido hoje, dia 27, sequestrado por elementos afetos ao clube sedeado na cidade do Cairo.

Só com a ajuda de dois diplomatas da embaixada de Portugal no Egito é que o 'mister' terá conseguido abandonar as instalações clube, depois de o presidente da agremiação desportiva, Mortada Mansour, ter aceitado rescindir o contrato que o vinculava desde abril ao clube africano.

Augusto Inácio terá sido hoje, durante toda a tarde, impedido de sair das instalações do clube egípcio por funcionários e, percecionando que o tinham sequestrado, decidiu pedir auxílio à representação diplomática portuguesa no Cairo.

Recorde-se que esta semana, Augusto Inácio, em conferência de imprensa, acusou o presidente Mortada Mansou de "mentir" e de querer fazer dele o "bode expiatório" dos maus resultados do clube, tendo afirmado, revoltado, "não tenho medo de perder o emprego", arrasando de seguida a liderança dos dirigentes do Zamalek e também a postura dos jogadores que comandava e que tinham acabado de ser eliminados da Liga dos Campeões africana.

A carregar o vídeo ...
;

A confirmação do sequestro e também da rescisão foi dada pela boca do próprio treinador português em conversa telefónica com o site 'Maisfutebol' ocorrida quando ainda estava "preso" no interior do estádio do Zamalek e a aguardar a chegada do presidente do clube às instalações, facto que demorou algumas horas, deixando o treinador ansioso e inquieto.

Nesse contato telefónico com os jornalistas portugueses, Augusto Inácio acrescentou que já tinha solicitado apoio à embaixada portuguesa no Egito e que estariam dois diplomatas a caminho das instalações do clube para lhe prestar auxílio, tal como se concretizou.

Terá sido na presença desses dois elementos da representação diplomática que o treinador se reuniu com Mortada Mansour e acertou os termos da desvinculação: assinou a rescisão e saiu das instalações do Zamalek, ficando por fim em liberdade.

No ar ficou uma promessa do presidente Mortada Mansour que revelou à imprensa egípcia que irá até às últimas consequências contra Augusto Inácio: "todos os comentários do Inácio contra mim e contra a direção do Zamalek serão encaminhados para a FIFA, porque vou fazer uma queixa formal contra ele", prometeu.

Mais notícias de Atualidade

Comentários

Comentários
este é o seu espaço para poder comentar as nossas notícias!

Newsletter

Subscrever Subscreva a newsletter e receba diáriamente todas as noticias de forma confortável