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Carrilho absolvido de ter batido na irmã de Bárbara Guimarães

Decisão do tribunal foi favorável ao ex-ministro da Cultura. Carrilho perdeu contra o padrasto da ex-mulher, mas ganhou agora contra a irmã e o cunhado da estrela da SIC.
Por João Bénard Garcia | 24 de fevereiro de 2017 às 18:55

O ex-marido da apresentadora Bárbara Guimarães foi hoje absolvido no Tribunal Criminal de Lisboa da acusação de dois crimes de ofensa à integridade física que lhe foi movida por Alícia Teixeira Pinto, irmã mais nova da estrela da SIC, e pelo marido desta, o jurista João Campos.

Os factos que constavam da acusação terão ocorrido em fevereiro de 2014, durante uma das sempre tensas entregas de Dinis Maria, 13 anos, e Carlota, de 6, pelo pai em casa da apresentadora. Alegados empurrões e insultos constam da acusação que agora será arquivada, desconhecendo o site FLASH! se os assistentes vão recorrer da decisão para instância judicial superior.

A juíza titular do processo terá usado o argumento de que todos os intervenientes neste processo são (ou pelo menos já foram) família; e ainda o de que os queixosos são testemunhas de acusação ou assistentes contra o arguido em outros processos criminais. Estes dois motivos foram considerados pela magistrada como atenuantes para se decidir pela absolvição do antigo professor de filosofia.

Na sua página do Facebook, Manuel Maria carrilho anunciou publicamente estar livre de mais um processo, depois de ter sido, por duas vezes, condenado – em primeira instância e depois no Tribunal da Relação – dos crimes de difamação contra o médico Carlos Teixeira Pinto, ex-padrasto de Bárbara Guimarães, que o ex-político afirmou publicamente ter "abusado" da sua ex-mulher na juventude, facto que a própria negou ao tribunal alguma vez ter afirmado.

CARRILHO INSISTE NA TESE DA "ARMADILHA"

"A verdade e a justiça triunfaram, estou confiante que é o que continuará a acontecer. Expresso a minha natural satisfação por esta decisão judicial de absolvição, não só porque com ela se fez justiça, mas também porque se tratou do julgamento da 'armadilha-tipo' que a minha ex-mulher e os seus acólitos inventaram e multiplicaram nos últimos anos para procurarem credibilizar a falsa acusação de violência doméstica que ela me fez em outubro de 2013", escreveu Manuel Maria Carrilho nas redes sociais.

O antigo ministro da Cultura tem defendido, desde que começou a falar ao tribunal, a 6 de fevereiro último, que está a ser alvo de um "plano estratégico" e de uma "armadilha" de Bárbara Guimarães para o destruir: "O objectivo foi sempre o mesmo: promover ardilosamente a confusão entre uma frontalidade que sempre assumi na minha vida (falar verdade sem transigências) e uma agressividade que nunca pratiquei", defendeu.

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