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Entrevista FLASH!

Marisa Cruz em entrevista íntima: “Acredito no amor”

Desde que se divorciou do hoquista Pedro Moreira, em agosto de 2016, que Marisa Cruz nunca mais aceitou dar uma entrevista. Fê-lo agora ao site FLASH!.
Por Ana Cristina Esteveira | 25 de fevereiro de 2017 às 07:00
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Nesta conversa, a apresentadora da TVI fala de tudo: dos casamentos falhados, dos filhos, do trabalho, da sua recente transferência de agência e de como continua a ser uma eterna romântica. Define-se como uma pessoa feliz que encontrou a tranquilidade e a paz que tanto ansiava. Mais bonita do que nunca, Marisa Cruz está pronta para abraçar novos projetos profissionais e, até, para voltar a apaixonar-se… caso apareça o seu "príncipe".

Desde a última vez que falamos, há cerca de ano e meio, muita coisa aconteceu na sua vida. Na altura era casada e, neste momento, está de novo divorciada. Gostaria de começar por lhe perguntar como é que está?
Estou bem e acho que isso se nota. Sou uma pessoa muito transparente e, tanto para o bem como para o mal, acabo por mostrar o meu estado de ânimo. Comigo nota-se logo se estou bem ou se estou mal. Neste momento, parece que se percebe bem o meu estado de espírito.

Para que não restem dúvidas: que estado de espírito é esse?
Encontrei paz, tranquilidade, ânimo e energia para seguir em frente.

Como é que se pode explicar essa vontade de seguir em frente?
Costumo dizer que só se consegue seguir em frente se fizermos as coisas com muito amor, colocar o melhor de mim em tudo o que faço, seja nas coisas mais simples, seja no trabalho onde, tenho claro, mais responsabilidades e aí estou a falar da TVI e do showroom. Mas também há que pôr esse mesmo amor também nas nossas relações pessoais… com os meus filhos, com os meus amigos. Enfim, tento dar sempre o melhor de mim em tudo. Esse é o grande desafio da minha vida.

Há pouco disse que trabalha no showroom. Pode explicar melhor, porque certamente nem todas as pessoas percebem?Trabalho num espaço que representa várias marcas de roupa nacionais e internacionais e, eu em particular, represento algumas. É aí que trabalho de segunda a sexta-feira.~

Afinal, o seu trabalho não se resume apenas aos domingos, e nem todos, quando aparece no ‘Somos Portugal’, da TVI?Nem pensar. Trabalho muito, muito mesmo. E nesta fase ainda mais porque estamos em altura de vendas das coleções outono/inverno.

Teve de arranjar uma outra atividade por necessidade financeira, uma vez que está sozinha e com dois filhos?
Nunca dependi de ninguém. Trabalho desde os 16 anos e sou independente financeiramente desde então. É óbvio, que agora que tenho dois filhos, preciso, quero e sinto-me realizada a trabalhar, a lutar e a conquistar cada vez mais o meu espaço esteja eu onde estiver.

Mas ainda assim, a televisão é o seu mundo.
Sem dúvida. Ao longo do tempo aprendi que acabamos de dar mais valor às coisas quando as perdemos ou deixamos de ter. Agora, que estou a fazer menos televisão sinto falta e tenho saudades de trabalhar em equipa, dos programas que fiz. Admito que sinto saudades, sim.

Parece um pouco derrotista. O futuro poderá trazer-lhe novos projetos, ou não?
Claro que sim. A minha vida sempre foi feita de altos e baixos e sempre me aconteceram coisas de um dia para o outro. E de derrotista não tenho nada, pelo contrário. Sou muito optimista e não me vou abaixo por estar a fazer menos. Acredito sempre que algo de bom está reservado para mim.

Há por aí alguma novidade?
Nenhuma. Continuo apenas com o ‘Somos Portugal e posso dizer que sou muito feliz. É um prazer trabalhar com aquela equipa. Depois, o contacto com o público é extraordinário. Há locais onde já lá fomos várias vezes e as pessoas já nos conhecem e tratam-nos com muito carinho.

A Marisa é afectuosa nesse contacto…
É verdade, embora quem não me conhece pode não ter essa ideia de mim. Depois de me conhecerem acabam por perceber que sou muito terra-a-terra, adoro brincar e sou a primeira a gozar comigo mesma e a não me levar muito a sério. Atenção, levo muito a sério o meu trabalho mas sou descontraída e acho que a vida tem de ser mesmo levada assim.

Há pouco dizia que a sua vida tem sido feita de altos e baixos. Onde é que vai encontrar forças para enfrentar as partes menos boas?
Tenho dois filhos maravilhosos que me dão muita força. Não me posso dar ao luxo de ter uma depressão ou de desistir. Isso são coisas que não posso. Essas hipóteses nem sequer existem na minha vida.

Mas há garantidamente momentos em que se vai abaixo.
São momentos que tento que sejam cada vez menos frequentes. Ainda assim, mas uso-os para tirar algo de bom e aprender com eles. Acredito que tudo nos acontece por alguma razão e que devemos agradecer tanto o bom como o mau.

Depois de 2 casamentos falhados continua a acreditar no amor?
Claro que sim. Sou uma eterna romântica. Acredito no amor e acredito nas relações.

Acredita que ainda vai encontrar alguém com quem vai ser feliz?
Evidentemente que sim. Mas há certas coisas que fiz no meu passado que, lá está, me serviram de lição e que hoje, talvez, já não volte a fazer. Vou ser mais cautelosa, não ser tão iludida e não acreditar à primeira.

Está a dizer que vai passar a ser mais cautelosa. Foi uma lição que aprendeu com o seu segundo casamento que acabou por ser um tanto intempestivo, digamos assim?
Pois… sinceramente não queria estar a fazer comentários a casos concretos.

A Marisa optou sempre por manter o silêncio sobre o seu último divórcio.
Não quero mesmo falar.

Mas deixou-lhe mágoas?
Não. Na altura, magoou-me muito, não vou mentir. Fiquei triste mas já passou. Estou em paz e digo-o de coração.

O que falta para ser verdadeiramente feliz?
Neste momento sou muito feliz, mesmo. O facto de acordar todos os dias com saúde, de ver os meus filhos felizes e com saúde, ter trabalho… isto basta-me.

Não precisa de mais nada?
Para ser feliz, não. O resto serão coisas que vão complementando a felicidade. Sinto que tenho as pessoas certas à minha volta.

Tenho de lhe falar de algo que foi notícia a semana passada: a saída da agência Best e o seu regresso à agência Face, da Fátima Lopes. Tem a ver com uma nova fase da sua vida?
Não, pois esta mudança não foi nada premeditada. Aconteceu por várias situações, mas não houve zangas nem choques… nada! Houve apenas vontade de fazer algo mais e a fase da Best acabou e começa uma nova.

Regressa a agência onde começou a sua carreira de modelo.  
Sobre isso tenho que dizer que admiro muito a Fátima, porque se calhar se fosse outra no lugar dela agora me aceitava de volta. A verdade é que eu saí e ela deixou-me a porta aberta para voltar.

Mas houve ou não uma zanga entre a Marisa e a Fátima, nessa altura?
Houve sim. Deixamos de falar durante um tempo o que me deixou muito triste.

Ainda mais porque a Fátima é sua madrinha…
Sim, é madrinha do meu primeiro casamento. Mas lá está, quando as amizades são realmente verdadeiras as pessoas acabam por se entender e compreender. É claro que na altura a Fátima acabou por ficar magoada, mas é agora que se vê a amizade que nos unia e une.

Gostava de voltar à passerelle?
Gostava de matar saudades, mas ainda não sei de nada. Fica o recado: estou em forma, Fátima.

Continua a viver no Porto. Pondera mudar-se para Lisboa?
Sei que a nível de televisão acabo por sair um bocado prejudicada por viver no Porto, mas eu adoro esta cidade. Foi aqui que os meus filhos nasceram, onde estudam e têm os amigos. Mas não sei, vamos ver o que o futuro nos reserva.

É sempre assim, viver um dia de cada vez?
Agora sim, mas já fui muito ansiosa. Fazia muitos planos para o futuro, mas cheguei á conclusão que o futuro não existe. A única coisa real é o presente e por isso há que tentar viver cada dia o melhor possível, ainda nem sempre seja possível.

Sei que isto é um exercício complicado, mas pedia-lhe que me definisse a Marisa de hoje, não aquela que foi miss Portugal, pois acredito que há grandes diferenças entre essas duas Marisa.
Estou mais madura mas acho que continuo a ser a mesma menina que acredita no amor e no príncipe encantado. Quem nasceu assim, vai morrer assim. Mas claro, já cresci e já aprendi algumas coisas. Há uma coisa que mudou: é a forma como me relaciono com as outras pessoas. Hoje já não faço fretes e se tiver que dizer que não digo que não. Sempre pensei mais nos outros e fui-me deixando ficar para trás. E isso não pode ser assim.

Ser mãe é o papel da sua vida?
Sem dúvida alguma. Foi o melhor que me aconteceu. Ser mãe de dois rapazes é maravilhoso. É ser mimada todos os dias, além de me ajudarem imenso.

Falta uma menina nessa família?
Quem sabe…

 

Fotos: Carlos Ramos

Maquilhagem e cabelos: Bekas

Agradecimentos: Hotel Intercontinental Porto – Palácio das Cardosas

Exclusivo: "Não dependo de ninguém. Sou independente desde os 16 anos" Exclusivo: "Não dependo de ninguém. Sou independente desde os 16 anos" Exclusivo: "Não dependo de ninguém. Sou independente desde os 16 anos" Exclusivo: "Não dependo de ninguém. Sou independente desde os 16 anos" Exclusivo: "Não dependo de ninguém. Sou independente desde os 16 anos" Exclusivo: "Não dependo de ninguém. Sou independente desde os 16 anos"
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