pub
Carlos Rodrigues
Carlos Rodrigues Televisão meu amor

Notícia

Lúcia, a Santa do Povo

A caminho do centenário das aparições e da visita do Papa, um documentário sobre a vidente de Fátima mostra a dimensão humana de uma mulher cuja vida se cruzou com a História e com o fenómeno da fé.
21 de abril de 2017 às 10:51

Ocentenário das aparições trará o Papa Francisco a Portugal, a 12 e 13 do mês que vem. Como sempre acontece nestes momentos de enorme mobilização colectiva, os diferentes canais preparam emissões especiais, grandes reportagens, uma panóplia de meios e de conteúdos que sairá, em qualquer circunstância, em benefício de todos nós, espectadores.

São ocasiões em que a televisão mostra o que vale, e a verdade é que o nosso mercado de canais de informação, altamente competitivo, proporciona regularmente emissões de enorme qualidade. Ora, nesta contagem decrescente para a visita papal foi já emitido um documento histórico, neste caso na CMTV. No ano 2000, ao fim de décadas de clausura, Lúcia de Jesus visitou os seus locais de infância.

Sítios marcados pelo destino, que já fazem parte da memória de um povo e do património de uma religião. Sempre que saía do convento, Lúcia já era tratada como santa, rodeada por pequenas multidões que procuravam tocar-lhe, beijá--la, pedir-lhe intercessão divina. São imagens inéditas agora emitidas no documentário A Santa do Povo, um trabalho belíssimo, assinado pela jornalista Mónica Palma, que desvenda a dimensão humana de uma personagem histórica fascinante.

Nessa altura, uma conversa com o bispo de Leiria revela que a mulher que em breve será beata da Igreja Católica sofria  com medo da multidão sempre que saía à rua, lavava-se dos beijos frenéticos quando regressava, e quando ouviu falar da Rússia pensou que se tratava da burra do vizinho. Lúcia de Jesus morreu a 13 de Fevereiro de 2005.

Mais notícias de Pessoas como nós

O passo certo

O passo certo

Nos meus sonhos a minha casa é sempre igual. Silenciosa, romântica e serena, como o meu coração quando me apaixono. Já lá vão alguns anos desde que tal fatalidade me aconteceu.
Olha a bolinha!

Olha a bolinha!

A televisão, é por estes dias, a última escolha da grande maioria dos portugueses. O cheiro a maresia e a fragrância das estevas tomam conta dos sentidos e conduzem milhares de pessoas à praia.
Medo

Medo

Medo: s.m. Sinónimo de existência, sinónimo de ti. Nasces para sentir medo (é por isso que choras desde o momento em que nasces: temes desde logo o que não dominas) – mas também nasces para o derrotar. Cobarde é só aquele que nunca temeu nada.

Crimes de férias

As férias são o momento mais desejado por alguém que trabalha. Venho alertar o leitor, não pode significar desatenção. Porque neste período os ladrões não param. Usam as férias para redobrar assaltos.

Estrelas só no céu

Diogo Amaral estreou-se como actor, em 2001, na TVI, com quem tinha um contrato de exclusividade. A estação queria-o agora numa nova novela e ele, há um ano de férias, recusou. Os responsáveis puseram-no na rua. Acho muito bem.

Comentários

Comentários
este é o seu espaço para poder comentar as nossas notícias!

Newsletter

Subscrever Subscreva a newsletter e receba diáriamente todas as noticias de forma confortável