Francisco Moita Flores
Francisco Moita Flores Piquete de Polícia

Crianças da IURD

Esta enorme árvore onde se mistura crendice e crime, tende a tapar a floresta. E a floresta esconde os técnicos de acção social, magistrados, juízes que, há cerca de vinte anos, permitiram que tudo isto acontecesse.

ANO NOVO!

Que 2018 nos traga mais paz, sabedoria e conforto. É o que lhe desejo, caro leitor, neste tempo de renovação da esperança.

2017 (2)

O ano está a terminar. No número anterior realçámos alguns dos acontecimentos criminais de maior impacto na vida portuguesa. Hoje, antes que cheguem as badaladas a anunciar 2018, queria chamar a atenção para dois julgamentos e três escândalos que foram tema de intenso noticiário.

2017 (I)

Dedico as duas últimas crónicas do ano, que está a chegar ao fim, ao balanço do que vivemos e, sobretudo, daquilo que nunca deveríamos ter vivido. Por agora, apenas três memórias.

A IURD

É conhecida a história obscena da Igreja Universal do Reino de Deus e do seu pontífice Macedo. A Igreja dos milagres e dos negócios.

Violência juvenil

É certo que a culpa é de quem matou e a eles devem ser imputada a responsabilidade criminal sobre o sucedido. Em matéria criminal, essas duas dimensões da nossa existência social é individual.

Ele não é Monstro

São tão diferentes os testemunhos que acusam Pedro Dias daqueles que o defendem que, espontaneamente, salta a ideia de que alguém está a mentir. E, na realidade, ninguém mente.

Crimes e carreiras

Nenhum Inspector tem a seu cargo uma só investigação e são raras as vezes, no quadro de centenas de milhares de processos, em que se formam equipas dedicadas exclusivamente a um determinado crime, ou sequência de crimes.

Bárbara Guimarães

Dificilmente Manuel Maria Carrilho vai escapar ao cumprimento de pena de prisão efectiva. Já condenado em dois processos com sentenças suspensas, vai liquidar a expectativa de viver as condenações por violência doméstica em liberdade.

O Juiz

A questão do adultério, seja da mulher ou do homem, vive no foro privado e só tem solução nesse domínio. Não é matéria criminal.

Casa roubada…  

A repulsa foi grande demais e o Governo cedeu. Agora, já há centenas de milhões de euros para combater fogos. Porquê só agora?

A tragédia

É que quatro meses depois, em Pedrógão Grande contam-se pelos dedos da mão os sinais de recuperação. Nem os fundos de solidariedade criado com o dinheiro que generosamente oferecemos ainda não havia chegado às vítimas.

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