Francisco Moita Flores
Francisco Moita Flores Piquete de Polícia

Os sportingados

Este Mundial, disputado com o mesmo entusiasmo, coincide com a crise mais medonha que atravessa o clube que mais jogadores fornece à Seleção Nacional: o Sporting. A criatura insultou e agora pode limpar as mãos à consciência.

Sporting em cacos

Aquilo que se passa em Alvalade é, tão só, a micro-manifestação da construção de uma organização totalitária. Ficar-lhe indiferente, é abrir as portas a aventuras bem mais perigosas.

Sexo e Internet

A redes sociais alteraram radicalmente as relações sociais, sobretudo no domínio interpessoal, fazendo com que milhões de pessoas se cruzem, em chats ou em páginas de encontros.

Jogo de espelhos

Pablo Iglésias, o justicialista e populista de ontem, o defensor de uma moral pretensamente proletária, comprou agora um apartamento pelo mesmo preço que o Luis de Guindos comprara.

Esperando os incêndios

Começa a cheirar a verão e, com ele, os incêndios estão à porta. Entramos nesta época carregando os traumas e o horror das tragédias do ano passado.

Abril e o tempo

A revolução de abril surge, neste contexto, como uma memória gratificante. Dias de sonhos e de quimeras. De paixão por todas as utopias. De confiança emocionada e comovida. Demos passos extraordinários.

Os erros de Sócrates

Esta semana vimos, nos grandes meios de comunicação social, imagens de alguns dos interrogatórios a José Sócrates. É o pretexto para esta crónica.

Lula preso

A detenção do ex-presidente da República do Brasilé uma gota de água, num estado dominado pelo poder negro da corrupção. O actual, Michel Temer, espera a sua vez de ir para a cadeia.

O terrorismo (in)esperado

Os trágicos acontecimentos em França, perto de Carcassone, em que um terrorista tresloucado matou quatro pessoas, feriu outras tantas, nomeadamente um cidadão português emigrado, e reactualizou o debate sobre o terrorismo.

Incêndios e tragédias  

É claro que a politiquice vai manipular, contextualizar, descontextualizar, enquadrar, desenquadrar as afirmações que ali estão escritas no sentido de sacudir a água do capote.

Gabriel Cruz

Não são raros estes crimes entre pessoas que partilham a mesma intimidade. Em Portugal, nos últimos anos, soubemos de várias mães que mataram os filhos. No entanto, são tragédias tão terríveis que não deixam ninguém indiferente.

Brincar com a Água

Nos dias que agora correm, bem se pode dizer que com a água não se brinca. Basta ver as imagens da explosão do mar em fúria contra a costa para termos a percepção da violência das águas.

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