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10 razões para fazer uma maratona da série 'Narcos' quando chegar do trabalho

O público mal recuperou do final de 'A Guerra dos Tronos' e já pode entusiasmar-se novamente com mais uma luta de poder. Quando sair do trabalho, pode começar a maratona dos 10 episódios da terceira temporada de 'Narcos', que a Netflix disponibilizou esta sexta-feira e já está a dar que falar. Vem aí sangue, suor e lágrimas.

Quando foi idealizada, 'Narcos' seria um filme, mas o realizador brasileiro José Padilha, o mesmo de 'Tropa de Elite', que esteve à frente dos primeiros dois episódios, não quis resumir toda a história em dois filmes. Então a Netflix entrou no cenário, garantindo um sucesso de público desde 2015.

E quem não se lembra da irresistível proposta de Pablo Escobar? "Vocês podem aceitar o meu negócio ou aceitar as consequências. Plata o plomo", que é como quem diz: "dinheiro ou bala". A maior parte das vezes Escobar nem precisava fazer ameaças. Era tão popular e, até, carismático que bastava falar baixinho para ver os seus desejos absurdos serem obedecidos.

O papel de Papel Escobar foi um verdadeiro presente para o brasileiro Wagner Moura, que viu a sua popularidade crescer como nunca mundialmente. Para interpretar o chefe do cartel de Medellín, o ator ganhou 20 quilos, deixou crescer o cabelo e o bigode e ainda precisou utilizar uma barriga falsa para ficar mais parecido ao verdadeiro Escobar. Só não convenceu o filho do traficante, Sebastián Marroquín, que desde Buenos Aires, onde vive atualmente, veio várias vezes a público para contestar a série. “Está cheia de erros. Para começar: eu não era criança. Na série pareço Benjamin Button, cada vez sou mais novo, pareço ter oito anos. Eu tinha 16 anos quando meu pai morreu. E sabia de tudo. Ele sempre me contou que era um bandido, um traficante. Víamos televisão e a sua voz não se alterava ao me dizer: eu coloquei essa bomba. E discutíamos”, afirmou ao 'El País'.

Mas Moura estava condenado a sair da série ao final de 20 episódios, com a morte de Escobar. A produção, por muito que parecesse, não é uma biografia do chefe do narcotráfico de Medellín e por isso continua, pelo menos, até 2018, com a quarta temporada. Agora chegam novas caras, voltam outras... todas com o que aprenderam com Escobar.

Saiu a aposta brasileira e entra agora a portuguesa: Pêpê Rapazote é um dos nomes mais fortes desta temporada. Interpreta Chepe Londoño, um dos chefes do cartel de Calí, que ascendeu logo após a morte de Escobar, tornando-se no inimigo público número um. Chepe lidera a rede de drogas colombiana que tem como destino Nova Iorque, e o ator já veio a público dizer que ele era "o mestre das refinações de coca e conseguiu apurar o corte da coca como ninguém; Ele era o grande químico, o grande alquimista desta coisa".

Chepe Londoño lidera ao lado dos irmãos Miguel e Gilberto Rodríguez Orejuela, enquanto este último é conhecido como O chefe dos chefes, é de Miguel a principal responsabilidade pelo crescimento do cartel de Calí.

O quarto homem mais poderoso de 'Narcos' é Pacho Herrera (Alberto Ammann), que fica responsável pela gestão das ligações ao México e pela distribuição internacional da droga. Se se recorda da segunda temporada, Pacho é declaradamente homossexual.

A lavagem do dinheiro do cartel de Calí está a cargo Franklin Jurado (Miguel Ángel Silvestre) e este, sem querer, coloca a vida da mulher (a neozelandesa Kerry Bishé) em risco.

A DEA (Drug Enforcement Administration) vai continuar a sua guerra contra o narcotráfico colombiano, contando com a experiência de Javier Peña (interpretado por Pedro Pascoal - que também entrou em 'A Guerra dos Tronos', como Oberyn Martell) e com a ajuda dos "novos" agentes Chris Feistl (Michael Stahl-David) e Daniel Van Ness (Matt Whelan).

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