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Corrida tradicional portuguesa leva competição ao Campo Pequeno

Os 125 anos da Monumental de Lisboa são celebrados com temporada de luxo. A corrida desta quinta-feira, dia 8, pelas 22h00, marca o regresso ao Campo Pequeno do rejoneador espanhol, Leonardo Hernández, que partilha cartel com os portugueses João Moura Caetano e Rui Fernandes.
07 de junho de 2017 às 18:36
Noite de emoções fortes na Monumental de Lisboa O cavaleiro da Costa de Caparica, Rui Fernandes Rui Fernandes e mulher, Guadalupe Caldeira Rui Fernandes com o cavaleiro colombiano, Jacobo Botero Rui Fernandes com a mulher, Guadalupe Caldeira O cavaleiro Rui Fernandes com a mulher, Guadalupe Fernandes O cavaleiro tauromáquico João Moura Caetano O cavaleiro João Moura Caetano com o pai, Paulo Caetano, numa atuação no Campo Pequeno Fotografada na herdade das esquilas, em Monforte, a família Caetano: João Moura Caetano com os pais, Paulo e Dita Caetano Pai e filho na herdade das Esquilas, em Monforte Noite de emoções fortes na Monumental de Lisboa O rejoneador Leonardo Hernández está de regresso ao Campo Pequeno O rejoneador espanhol, Leonardo Hernández Esta é uma das "imagens de marca" do espanhol Leonardo Hernández Leonardo Hernández num remate emotivo
Noite de emoções fortes na Monumental de Lisboa

Leonardo Hernández reaparece em Lisboa, no Campo Pequeno, nesta quinta-feira, 8 de junho, numa corrida em que alternará com os cavaleiros portugueses Rui Fernandes e João Moura Caetano, que comemora 11 anos de Alternativa nesta data.

O rejoneador espanhol Leonardo Hernández chega a Lisboa depois de um tremendo triunfo em Madrid, a sair de Las Ventas em ombros, depois de cortar duas orelhas.

Leonardo Hernández diz que o Campo Pequeno "ocupa um lugar importantíssimo" na sua carreira, pelos triunfos conseguidos em Lisboa e olha para este regresso com motivação "para fazer algo de muito, muito relevante".

"O meu regresso ao Campo Pequeno reveste-se do maior significado para mim. Em primeiro lugar pela admiração que tenho por esta praça e pela afición portuguesa; em segundo porque para mim é das praças mais importantes do mundo e acrescento ainda uma terceira razão: porque quando levo sete anos sem tourear aqui, o desejo de triunfo ainda aumenta mais", revela o rejoneador.

Nesta corrida estreia-se a ganadaria dos Irmãos Moura Caetano,  de João Moura Caetano e Maria Moura Caetano Couceiro, que é parte da ganadaria Maria Guiomar Cortes Moura.

Fazendo o balanço de 11 anos de alternativa, o cavaleiro João Moura Caetano sente-se feliz por aquilo que já alcançou, embora tenha a noção que há ainda "metas e objetivos por atingir" e por isso continua a aprender e a aperfeiçoar-se todos os dias. "O toureio é uma profissão muito dura, feita de vitórias e derrotas, de momentos duros e momentos de muita alegria, mas todos esses momentos nos fazem evoluir e aprender, como toureiro e como pessoa", justifica o filho do também cavaleiro tauromáquico Paulo Caetano.

Com 19 anos de alternativa, tomada nesta praça, das mãos de João Moura, com o testemunho de Pablo Hermoso de Mendoza e toiros da ganadaria Passanha, Rui Fernandes manifesta o seu regozijo por ter o seu nome associado a várias datas importantes para o Campo Pequeno. "Estar incluído no Abono da temporada dos 125 anos, é uma forma de ir fazendo história e ainda por cima na primeira praça do país. É sempre um orgulho ficar associado as estas efemérides", refere.

A propósito da sua Alternativa – 6 de agosto de 1988–, recorda ter sido uma noite em que tudo lhe correu bem. "Uma corrida que recordarei não só enquanto durar a minha carreira, mas que guardarei na memória enquanto for vivo".

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