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Joana Câncio: Sensualidade nas Caraíbas

Um momento de pausa, umas férias perfeitas no paraíso de praias de areia branca e água azul turquesa, quente, tal como a sensualidade de Joana Câncio, em Cayo Coco, Cuba.
Por Hélder Ramalho | 12 de fevereiro de 2017 às 13:04

A gargalhada é contagiante, de mulher feliz. O olhar enfeitiça e seduz na forma como se entrega, sem filtros. Diz-se uma apaixonada pelas pessoas e não desiste de procurar a felicidade, sempre.

Aos 32 anos, Joana é uma muher mais tranquila e amadurecida, ainda que algumas inseguranças sejam disfarçadas pelo sorriso rasgado e pelas palavras que lhe saem em catadupa.

Durante a semana que esteve em Cayo Coco, Cuba, Joana Câncio foi tudo isso. Dias perfeitos, no paraíso de praias de areia branca e água azul turquesa e quente, tal como a sensualidade de Joana. Em Cuba, uma vez mais, foram as pessoas que mais surpreenderam a atriz, pela sua simpatia e generosidade.

"Já viajei muito, já encontrei pessoas de todos os géneros mas aqui vivem e entregam-se com o coração. Têm um brilho nos olhos, um sorriso enorme, ajudam-nos, têm muito prazer em receber e em contar um bocadinhoda sua história. Apesar de não viverem em abudância material têm uma riqueza interior muito grande, de alegria e partilha, valores que tenho como essenciais na minha vida. Identifiquei-me muito com os cubanos."

Mas quando se está na Caraíbas é impossível ficar indiferente à paisagem arrebatadora e ao clima, húmido e quente, que mexe como todos os sentidos. "O mar e as paisagens são sempre coisas que nos engradecem cá dentro, que nos fazem sentir parte do todo".

E esta semana passada no Pestana Cayo Coco Beach Resort, ficou muito perto das férias perfeitas. "Sol, praia, bom tempo, amigos e, principalmente, estar comigo própria. Mesmo que estejam pessoas à nossa volta, é muito importante cultivarmos aquilo que temos de mais precioso que somos nós próprios."

Mas os dias não foram apenas feitos de sol e praia. Cayo Coco é uma ilha separa da ilha principal por uma extensa reta de alcatrão construída pelo homem. Uma linha conquistada ao mar. Na outra extremidade encontra-se Ciego de Ávila. Uma pequena cidade onde se ouve música nas ruas, vinda das portas entreabertas das casas multicolores, de tons esbatidos pelos anos. Arcadas rodeiam a praça principal Alfonso XII, igrejas e os velhos Cadillac convivem com os carros mais modernos e outros puxados por cavalos.

Ciego de Ávila tem o ritmo próprio das cidades do Caribe, um ritmo dengoso que nos enche o espírito. Mas agora é tempo de regressar a Cayo Coco e às praias de águas cálidas. 

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