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Património

A tristeza do "pai" de Astérix! A guerra de Albert Uderzo com a filha por causa de muitos milhões de euros

Foram sete longos anos de processos judiciais e muitas acusações públicas que opuseram Albert Uderzo e a filha Sylvie. Em causa, uma fortuna imensa
30 de março de 2020 às 15:23
Albert Uderzo, o pai de Astérix, esteve sete anos em guerra com a filha
Albert Uderzo
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Albert Uderzo, um dos "pais" da famosa banda desenhada Astérix, morreu no passado 24 de março, aos 92 anos, na sequência de um ataque cardíaco. Sempre muito discreto, este homem de origens humildes deixa uma herança de muito milhões de euros.

Um património que já esteve na origem de uma guerra familiar que fez correr muita tinta em França. Albert e a filha, Sylvie, estiveram mais de sete anos de costas voltadas. 

As ações judiciais e as ofensas mútuas fizeram parte desta guerra que só terminou em 2015, quando pai e filha decidiram fazer as pazes.

Tudo começou em 2007, quando Sylvie Uderzo e o seu marido, Bernard de Choisy, ficaram a saber que deixavam de ser administradores da na editora 'Les Éditions Albert René', dado que o artista e a filha de René Goscinny, (o outro co-autor de Astérix, falecido em 1977) Anne, decidiram venderam os 60 por cento que possuíam das Éditions Albert René à editora Hachette Livre.

Descontente com a venda, Sylvie, acusou o pai de estar a ser manipulado devido à sua idade e "fragilidade". Como resposta, Uderzo, na altura com 87 anos, acusava a filha e genro ofenderem a sua integridade psicológica e de estarem interessados em "meter as mãos no legado", referindo-se à fortuna milionária. Estima-se que só em direitos, o artista recebesse 15 milhões de euros por ano em direitos de autor.

A paz definitiva foi "assinada" em setembro de 2015 e, desde então, não se conhece qualquer outra quezília entre pai e filha. Inclusivamente foi o genro que informou da morte do artista.

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