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Após polémica com ar condicionado em estúdio, Cláudio Ramos queixa-se de dores: "Estou aflito"

A saúde do cronista social atravessa um mau momento. São muitas as queixas de Cláudio Ramos.
16 de abril de 2018 às 12:03
Cláudio Ramos está a atravessar um mau bocado. Dias depois de ter sido notícia por ter "explodido" em direto, no programa 'Passadeira Vermelha', devido a problemas com o ar condicionado em estúdio, o cronista social, de 44 anos, publicou um longo texto no seu blogue oficial, onde revela que lhe foi diagnosticada uma lesão na cervical que lhe tem causado fortes dores no corpo.

"Vamos falar de dor? Da dor física aquela que nos incapacita de fazer a nossa vida normal. A que achamos que nunca nos vai bater à porta. Eu lido muito mal com a dor. Fico impotente perante ela. E os meus últimos dias não foram nada fáceis à conta da menina dor que se instalou no meu corpo sem pedir licença, me roubou o sono e acabou com as rotinas que tenho no meu dia", começou por escrever.

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A foto com que Cláudio Ramos acompanhou o texto.
O comentador do 'Queridas Manhãs', da SIC, revelou que não foi fácil chegar ao diagnóstico. Só depois de várias consultas, exames e diferentes opiniões médicas é que conseguiu compreender o que se estava a passar com o seu corpo.

"Eu não gosto de hospital. Fico literalmente a tremer de me imaginar lá ou apenas ir. Tive de ir. Fiz o que toda a gente faz, esperei o diagnóstico e com ele vinha uma lesão da cervical. Parece que não nos acontece! Mas aconteceu…", contou.

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Sem pudor, Cláudio admitiu ainda que lida mal com as doenças e que se sente "impotente" em relação à maleita, que lhe tem afetado o dia a dia.

"Eu digo sempre a brincar que por fora estou bem mas por dentro ‘todo queimado’. Queimado não estou, mas estou aflito. E como lido muito mal com estas coisas tenho medo, fico pequenino e só apetece ficar na cama tapado até à cabeça com os olhos arregalados à espera que tudo passe", revelou.

Porém, o cronista mantém-se otimista em relação à recuperação.

"Agora é respeitar este cocktail de medicamentos e olhar para eles como o meu melhor amigo, porque são eles que me vão levar a dor. (...) Estou a escrever isto sentado na sala de espera de um hospital. Faço-o meio emocionado porque acho sempre que estar aqui sentado nos torna frágeis. Não é nada grave. É uma quantidade de dor por conta de uma lesão, que se tudo correr como eu espero, fica na história das minhas arrelias dos 44 anos", escreveu.

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