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As conclusões do INEM sobre a morte do pai de Joana Amaral Dias e o drama da ex-deputada: "Não sei como é que me vou aguentar"

A comentadora da CMTV já reagiu à divulgação do relatório do INEM.
23 de janeiro de 2020 às 19:36
Psicanalista Carlos Amaral Dias, pai de Joana Amaral Dias, morre em ambulância
Carlos Amaral Dias
Carlos Amaral Dias
Carlos Amaral Dias
Joana Amaral Dias
Carlos Amaral Dias
Carlos Amaral Dias
Joana Amaral Dias
Carlos Amaral Dias
Carlos Amaral Dias
Carlos Amaral Dias
Joana Amaral Dias
Carlos Amaral Dias
Carlos Amaral Dias
Joana Amaral Dias
A ex-deputada Joana Amaral Dias mostrou mais uma vez a sua indignação com o INEM pela "responsabilidade" na morte do seu pai, Carlos Amaral Dias, e acabou por mostrar um lado emotivo.

A psicóloga esteve no programa 'Júlia' esta quinta-feira, 23, no mesmo dia em que foi enviado ao Ministério Público o relatório do Instituto Nacional de Emergência Médica.

"O INEM é o primeiro e último responsável pelo sistema de emergência", disse Joana em conversa com Júlia Pinheiro em tom de revolta. A ex-deputada explicou que "a falta de meios [do INEM] é sinalizada há muito tempo", mas "o que é uma excepção é ter este mediatismo".

Joana afirma ter recebido dezenas de mensagens de pessoas contando situações semelhantes. "Não estou bem. Eu sei o que está a passar comigo quando falamos de eu andar sempre doente este mês [...] Eu sou psicóloga clínica e identifico o processo que estou a passar no luto. Tenho sonhado quase todos os dias com o meu pai, tenho muitas saudades dele, muito mais do que tinha se tivesse uma semana sem o ver. Agora parece que cada dia se contam as horas [...] Já tenho tantas saudades dele. Não sei como é que me vou aguentar", lamentou.

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As circunstâncias

Em causa está o atendimento que Carlos Amaral Dias recebeu quando ligou para o 112 a 3 de dezembro. "A ambulância é chamada às 09h da manhã e o meu que vivia no Marquês de Pombal chega ao [Hospital] São José às 11h", contou Joana. Trata-se de uma distância de cerca de dois quilómetros. 

O 'Correio da Manhã' revelou na última sexta-feira, 18, as conclusões do inquérito do INEM. De acordo com aquela publicação, a equipa da ambulância dos bombeiros do Beato não comunicou uma avaria do veículo ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) nem ao Dispositivo Integrado e Permanente de Emergência Pré-Hospitalar de Lisboa. Pelo contrário, a equipa decidiu ficar quase uma hora dentro da ambulância com o psicanalista.

...
Joana Amaral Dias e o pai
Além disso, um dos técnicos presentes não tinha a formação obrigatória e o veículo não tinha desfibrilhador, segundo a ex-deputada.

Carlos Amaral Dias acabou por morrer de uma paragem cardiorespiratória já dentro de outro veículo.

Agora cabe ao Ministério Público decidir se houve crime.

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Emma Silva 23.01.2020

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