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Carlos Castro foi morto há 7 anos: "Ele sabia que ia ser assassinado"

O cronista social já adivinhava o trágico desfecho que a sua vida ia ter. Aos amigos e em entrevistas falava constantemente de que ir morrer cedo.
06 de janeiro de 2018 às 11:05
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Carlos Castro foi morto há 7 anos: "Ele sabia que ia ser assassinado"
Foto: Sérgio Lemos
Aos amigos, em privado, confessava que ia "morrer cedo". O mesmo dizia em entrevistas. Carlos Castro falou recorrentemente da morte poucos meses antes de ser brutalmente assassinado por Renato Seabra em Nova Iorque.

Na última entrevista que deu à revista FLASH!, em outubro de 2010, dois meses antes do crime que chocou Portugal, Carlos Castro falou desassombradamente da morte. Disse-nos que tinha "a sensação" que morreria cedo. E de facto assim aconteceu: foi assassinado no dia 7 de janeiro de 2011 às mãos do seu suposto namorado, Renato Seabra, de 21 anos. O crime aconteceu num dos quartos do Hotel Intercontinental, em Nova Iorque.

O inferno de Renato Seabra em prisão de alta segurança
Renato aproximou-se de Carlos Castro, tal como fizera Luís, para encontrar apoio a nível profissional
Renato Seabra
Renato Seabra só terá hipótese de sair da prisão daqui a 18 anos
Carlos Castro foi assassinado por Renato Seabra, em janeiro de 2011
Renato Seabra
Renato Seabra
Renato Seabra
Renato Seabra
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Renato e Carlos Castro durante a viagem a Nova Iorque, que terminou da pior maneira, com uma amiga do cronista social
Carlos Castro e Renato Seabra. O jovem, à época com 21 anos, terá sido o segundo homem a tomar-lhe conta do coração
Carlos Castro e renato seabra
Renato Seabra
Renato Seabra
Renato Seabra
Renato Seabra
Renato Seabra
Renato Seabra
Renato Seabra
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro e renato seabra
Carlos Castro e Renato Seabra
"Gostava de morrer sem dar por isso" confidenciou-nos nessa entrevista premonitória em que também garantiu que não era cedo para pensar na morte: "Não gostaria de ter muitos mais anos de vida e tenho a sensação que morrerei cedo. Acho que isso se deve ao facto de ter visto a minha mãe a definhar durante muitos anos. Não é isso que quero para mim".

À pergunta se não se importava de chegar a velho mantendo todas as suas faculdades físicas e mentais, Carlos Castro foi peremptório: "Nem assim. Não quero mesmo chegar a velhinho. Se chegar aos 70 anos já está bem".

Tinha, afinal, 65 anos quando foi torturado e morto na sua cidade de coração: Nova Iorque, para onde tinha viajado com Renato Seabra, aspirante a modelo que viu no cronista social eventualmente uma forma de se tornar conhecido. 

A vida de Carlos Castro em imagens
Carlos Castro com Judite Sousa, em 2010
O cronista social com Teresa Guilherme, em 2010
Margarida Marante e Carlos Castro, em 2010
Com Nicolau Breyner, em 2010. Carlos Castro era querido entre as mais diversas figuras da sociedade portuguesa
Castro e Maria de Jesus Barroso
Carlos Castro com outros grandes amigos: Manuel Luís Goucha e Cláudio Montez
Com Clara de Sousa
Nuno Guerreiro e o cronista social
O último aniversário que Carlos Castro celebrou - 65 anos - no restaurante O Madeirense, em Lisboa
Carlos Castro
Com Lili Caneças e João Libério
Fátima Lopes e Castro
Lili Caneças era uma das melhores amigas do cronista
José Cid a ser entrevistado por Carlos Castro
A última produção fotográfica do cronista social para a FLASH!, em Outubro de 2010
Com Ruth Bryden, que foi quem o socorreu aquando da tentativa de suicídio, no final dos anos 80
Marina Mota e o cronista
Com Luísa Castel-Branco
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro foi um dos mais influentes cronistas sociais portugueses
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
Carlos Castro
"Era uma relação muito curta, com três meses. Ele estava completamente apaixonado, na fase mais feliz da vida dele. Houve alturas em que ele confidenciou e isto é muito estranho, porque ele sabia que ia ser assassinado. Ele dizia: "eu sei que vou morrer assassinado". Sempre disse isto, que achava que um dia ia aparecer morto", disse a atriz Sofia Alves na altura em que aconteceu o crime.

Sofia Alves era uma das amigas mais próximas do cronista social.

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