Notícia

Doença

Coragem! A viver drama do cancro, atriz da TVI deixa mensagem de esperança

Anna Eremin vive momentos difíceis. Apesar do medo e da dor, a jovem de origem russa prefere partilhar uma mensagem positiva que pode ajudar outros doentes.
14 de agosto de 2019 às 20:16

Anna Eremin tem origem russa. Está em Portugal desde os três anos de idade. Nascida no seio de uma família de artistas – o pai músico e a mãe bailarina – desde cedo descobriu o gosto pelas artes e pela representação. Pudemos vê-la em 'Jogo Duplo, 'A Teia', 'A Única Mulher' e, mais recentemente na série 'Onde está Elisa'.

A conhecida atriz da TVI vive momentos difíceis, a lidar com o cancro do pai. Apesar do medo e da dor, a jovem de origem russa escreveu um longo texto com uma mensagem de esperança para quem vive a doença, tal como o pai dela.

"Apesar de se ter tornado, de repente, a minha realidade, ainda não sei muito bem o que dizer em relação a isto, como escrever as coisas em que tenho estado a pensar nos últimos tempos. Ora, temos medo de palavras. A palavra 'cancro' é assustadora, a palavra 'quimioterapia' põe as pernas a tremer. A realidade… como sempre, é menos assustadora do que os pesadelos", revela.

Mais do que descrever os momentos dramáticos passados pela família, Anna faz por passar ideias positivas. É duro, é difícil mas consegue-se aprender a viver com a doença.

Ver esta publicação no Instagram

• NOT SO BAD • Apesar de se ter tornado, de repente, a minha realidade, ainda não sei muito bem o que dizer em relação a isto, como escrever as coisas em que tenho estado a pensar nos últimos tempos. Ora, temos medo de palavras. A palavra "cancro" é assustadora, a palavra "quimioterapia" põe as pernas a tremer. A realidade... como sempre, é menos assustadora do que os pesadelos. É uma merda, sim. É duro, sim. Mas é uma dificuldade no caminho, apenas. Há coisas piores. Acompanhar alguém durante o processo 24/7 é duro. Mas não é impossível. E se há coisa que tenho aprendido durante este processo é que não há remédio melhor (para os doentes e para todos nós, e quanto mais cedo o aprendermos, melhor) que a vontade de viver. É necessário aprendermos a querer estar aqui e agora. É necessário amarmos muito a nossa vida. É necessário fazermos dela uma coisa melhor, mais bonita, todos os dias. É necessário sorrir muito, é necessário termos mais amor em nós que medo. É necessário rir muito. É necessário saber aproveitar cada instante de cada segundo. Só assim é possível seguirmos em frente. Mais uma vez, é o meu pai que me ensina estas coisas. Mais uma vez, é ele que me mostra que não há nada impossível. O caminho é longo, ainda. Mas faz-se caminhando, faz-se sorrindo e, no nosso caso, com um sentido de humor característico. Acho que é isso. Temos rido tanto que qualquer dia somos expulsos do Hospital. Escrevo isto porque as redes sociais têm de servir para isto também. Há mais gente a passar por este género de situações. Vamos aprender a sorrir a elas também. Porque não há nada, mas mesmo nada no mundo que não se vença com amor. E para qualquer doente, um ambiente tranquilo e sorridente, é meio caminho andado. Força ♥?

Uma publicação partilhada por Anna Eremin (@annaeremin) a

"É uma merda, sim. É duro, sim. Mas é uma dificuldade no caminho, apenas. Há coisas piores. Acompanhar alguém durante o processo 24/7 é duro. Mas não é impossível. E se há coisa que tenho aprendido durante este processo é que não há remédio melhor (para os doentes e para todos nós, e quanto mais cedo o aprendermos, melhor) que a vontade de viver", tranquiliza.

"É necessário aprendermos a querer estar aqui e agora. É necessário amarmos muito a nossa vida. É necessário fazermos dela uma coisa melhor, mais bonita, todos os dias. É necessário sorrir muito, é necessário termos mais amor em nós que medo. É necessário rir muito. É necessário saber aproveitar cada instante de cada segundo. Só assim é possível seguirmos em frente. Mais uma vez, é o meu pai que me ensina estas coisas. Mais uma vez, é ele que me mostra que não há nada impossível. O caminho é longo, ainda. Mas faz-se caminhando, faz-se sorrindo e, no nosso caso, com um sentido de humor característico. Acho que é isso. Temos rido tanto que qualquer dia somos expulsos do Hospital."

"Há mais gente a passar por este género de situações. Vamos aprender a sorrir a elas também. Porque não há nada, mas mesmo nada no mundo que não se vença com amor. E para qualquer doente, um ambiente tranquilo e sorridente, é meio caminho andado. Força", encoraja Anna Eremin.

Comentários

Comentários
este é o seu espaço para poder comentar as nossas notícias!

Mais Lidas

+ Lidas

Instagram

Instagram

Newsletter

Newsletter

Subscreva a newsletter e receba diáriamente todas as noticias de forma confortável