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Drama

Depoimento dramático! Marluce conta como salvou a filha, Marta Cruz, da morte: "Não sei se era droga"

A filha de Carlos Cruz esteve à beira do precipício e foi a mãe quem lhe deitou a mão e a afastou dos vícios autodestrutivos em que se estava a perder. Foi no Brasil, com especialistas, que ela voltou a entrar nos eixos.
Por João Bénard Garcia | 06 de outubro de 2018 às 11:22

"Senti que a Marta estava indo embora." É desta forma que Marluce Reboredo Silva, a mãe de Marta Cruz, a filha do ex-apresentador Carlos Cruz, descreve o momento que agarrou na filha e a afastou de Portugal para a salvar dos vícios que a estavam a destruir.

"A Marta passou por um processo autodestrutivo – ela até escreveu um livro sobre isso –, mas foi no Brasil que conseguimos dar a volta a isso. Senti Senti que a Marta estava indo embora, quando tinha 17 ou 18 anos. Liamos nos jornais que tinha sido apanhada a conduzir bêbada... As revistas pegaram nela, inventavam história de relações amorosas e colovam-na a jogadores de futebol. Estavam a transformá-la num bode expiatório, ou numa mártir, como fizeram com o pai, que já estava preso, por acusações de pedofilia."

Foi nessa altura que a família decidiu tirar Marta Cruz de Portugal e dar-lhe uma segunda oportunidade. "Ela entrou num processo destrutivo, porque estava revoltada e não percebia o que estavam a fazer ao Carlos. Durante uma vida toda, ouviu dizer que o pai era o máximo e, de um dioa para o outro, deixou de ser. Posso garantir que nunca houve um momento em que a Marta duvidasse da inocência do pai. Nunca."

Quando Marta Cruz chegou ao fundo do poço, no seguimento do desgaste provocado pelas acusações de pedofilia contra Carlos Cruz, "a única solução que encontrámos foi levá-la para o Brasil, com a ajuda de uma amiga minha psicóloga, conseguimos salvar a Marta", conta, fechando-se quanto aos pormenores. "Não sabia se a minha filha andava no álcool e nas drogas. Sabia, sim, que andava muito desorientadae que queriam fazer com ela aquilo que fizeram com o pai. Foi aí que eu disse que nos tinhamos de ir embora."

Hoje, Marluce e o resto da família juram ter ultrapassado a raiva pelas "injustiças". "Quando comecei a fazer coach, percebi que tinha muita coisa a perdoar, a agradecer e a ensinar às pessoas. Estava cheia de raiva e e de mágoa e a mágoa é das piores coisas que um ser humano pode guardar. Se não tenho feito o exercício de perdoar, hoje estava destruída, morta por um cancro ou nem sequer estava aqui."

A história completa na edição desta semana da TV Guia, já nas bancas.   

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