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Depois dos elogios, o recado de Judite Sousa para a TVI: "Só trabalho com quem quer trabalhar comigo"

Depois de 8 anos como diretora adjunta e pivô da televisão de Queluz de Baixo, Judite Sousa decidiu sair pelo seu próprio pé numa altura de mudanças na redação.
09 de novembro de 2019 às 12:47
Os momentos mais marcantes de Judite Sousa na TVI
judite sousa
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Judite Sousa surpreendeu meio mundo esta semana ao avançar nas redes sociais que ia deixar a TVI, depois de 8 anos na estação de Queluz de Baixo. 

A jornalista explicou que "depois de uma longa e serena ponderação, decidi terminar a minha relação profissional com a TVI. Foram oito anos que me permitiram, em total liberdade, vivenciar a paixão pelo jornalismo com sentido de dever e responsabilidade ao serviço de uma empresa privada".

Deixou ainda palavras de agradecimento: "Este é o momento para expressar gratidão a todos os meus companheiros de trabalho das diferentes áreas da empresa. Os últimos anos foram particularmente difíceis, mas em palavras ou na reserva do silêncio, entendi sinais de conforto. Quero expressar o meu agradecimento ao José Alberto Carvalho que me desafiou para esta viagem, com amizade, em 2011. Quero igualmente agradecer ao Sérgio Figueiredo as oportunidades profissionais que me proporcionou nestes últimos quatro anos e que me ajudaram a ultrapassar momentos mais difíceis da minha existência. Finalmente, uma palavra aos espectadores da TVI cujo carinho e apoio nunca me faltaram".

O que Judite não conta é que antes desta decisão ponderada teria sido confrontada com decisões de alterações na redação em que iria perder "peso" e poder decisório. Poderia mesmo estar em cima da mesa deixar de ser diretora adjunta de Informação. Alterações que Sérgio Figueiredo está a impor para renovar a informação da TVI, numa altura em que a estação vive uma baixa de audiências generalizada, depois da entrada na administração de Luís Cabral, que ocupou o lugar de Rosa Cullell, com quem Judite tinha uma relação de grande proximidade.

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Um cenário que ganha ainda mais força perante as declarações que fez à revista 'VIP': "As empresas têm que ser livres para escolher o seu caminho e o mesmo passa com os colaboradores. Foi o caso. (...) A minha carreira fala por si. As minhas competências profissionais mantêm-se intactas. Quem trabalhou comigo conhece o meu faro jornalístico, a minha intuição para a formatação de conteúdos e de alinhamentos vencedores. As minhas circunstâncias pessoais não alteraram as minhas capacidades intelectuais", diz a jornalista.

Mas vai mais longe e garante: "Só trabalho com quem quer trabalhar comigo. Isso sou eu que decido", explicou a jornalista, que tem uma enorme carreira na televisão, primeiro na RTP e depois na TVI.

Quanto ao futuro, diz que está tudo em aberto.


Comentários

Comentários
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Abracadaver Abracadaver Há 5 dias

Portugal está farto de ti sonsa!

Anónimo Há 6 dias

é triste mas a ganancia por o poder é podre e mais estes serviços, dantes era muito diferente e havia mais camaradagem em todos os serviços, a chamada liberdade é assim que se lixe o amigo.

Isabela Miranda Há 1 semana

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