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Crime

Foi o "superjuíz" Carlos Alexandre que condenou Maria das Dores a 23 anos de prisão

Antes de se tornar no mais medático dos juízes portugueses, Carlos Alexandre teve em mãos o processo do assassinato do empresário Paulo Pereira da Cruz.
05 de janeiro de 2018 às 13:11
O nome do juíz Carlos Alexandre é sobejamente conhecido de todos os portugueses, especialmente porque é ele que está à frente de processos como o do ex-primeiro-ministro José Sócrates, do antigo banqueiro Ricardo Salgado, Armando Vara, Dias Loureiro, Isaltino Morais e José Oliveira Costa.

As investigações da 
Operação Marquês, Furacão, Labirinto, Monte Branco, Portucale, BPN, Submarinos e Freeport são ou foram lideradas por este homem que, antes de ser responsável pelo Tribunal Central de Investigação Criminal no DCIAP, em Lisboa, era um dos magistrados do Tribunal da Boa-Hora, onde decorreu o julgamento de Maria das Dores e dos dois homens por si contratados.

A defesa de Maria das Dores ainda pediu escusa de Carlos Alexandre, mas esta não lhe foi conseguida. O magistrado levou o processo até ao fim e demorou duas horas a ler o acórdão que condenou os três envolvidos no homicídio do empresário a pesadas penas de prisão.

A mandante do crime, Maria das Dores, e viúva de Paulo Pereira da Cruz, foi condenada a 23 anos de prisão.  João Paulo Silva, cidadão brasil4eiro e motorista da família, foi condenado a 20 anos de cadeia. Já Paulo Horta, o outro interveniente no crime, apanhou 18 anos.  

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