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José Raposo em choque com a morte do amigo Bruno Candé, ator assassinado com 4 tiros: "Só sinto nojo"

Raposo recorda o amigo assassinado brutalmente: "o Bruno e´ daqueles que por onde passasse facilmente fazia amigos!"
27 de julho de 2020 às 18:40
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José Raposo está em choque com a morte brutal de Bruno Candé, ator de 39 anos que foi assassinado a tiro no sábado por uma idoso de 80 anos. Os dois terão tido uma desavença uns dias antes, cujo o motivo há duas versões: a cadela do ator, que teria incomodado o homem, ou motivos racistas, teses que tem mais força.

Bruno Candé, ator que participou em novelas da TVI e que fazia parte da Casa Conveniente, foi atingido à queima roupa por 4 disparos. O autor foi agarrado por populares e amarrado até a PSP chegar ao local, a avenida de Moscavide. Bruno não resistiu, apesar dos esforços de algumas pessoas que fizeram manobras de reanimação e da intervenção do INEM, que acabou por declarar o óbito no local.

Um crime que chocou Portugal.

"Conheci o Bruno em 2011. Fiz com ele o Macbeth na Casa Conveniente, dirigidos pela Mónica Calle. E conheci um homem a quem a descoberta do teatro lhe proporcionou a maior felicidade do Mundo", começou por contar José Raposo, que era amigo de ator de 39 anos.

"Desde 2010, quando o "Boss" (que também entrou no Macbeth) o apresentou à Mónica, que a paixão por esta arte o levou a uma dedicação constante, a uma sede de aprendizagem comoventes! Era fantástico contador de histórias, generoso para connosco, sempre na brincadeira, um ser muito afável... o Bruno é daqueles que por onde passasse facilmente fazia amigos! Quando alguém nos deixa, temos tendência a procurar predicados especiais para "ficarmos bem na fotografia", mas tudo o que se possa dizer de positivo do Bruno é verdade! Pelo que aconteceu nem sei o que diga, só sinto nojo, nojo desta rac¸a racional que é a humana... Não vou esquecer nunca a gargalhada contagiante do Bruno! Até sempre", afirmou Raposo, chocado com o destino do amigo.

Várias testemunhas, ouvidas pelos jornalistas em Moscavide, garantem que Bruno, que quase todos os dias costumava passear com a sua cadela pela avenida de Moscavide, era muito pacato e que não se envolvia em contendas. Acreditam que terá sido um crime motivado pelo racismo.

O autor dos disparos ficou em prisão preventiva e terá ficado em silêncio perante o juiz que decretou as medidas de coação.

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vidente mor Há 1 semana

espero que tenha nojo tambem dos atos de racismo praticados por jovens negros na praia de tamariz entre outras

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