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Drama

Judite Sousa: "Todos os dias penso no André e beijo as fotografias dele"

Pivô da TVI falou pela primeira vez da morte do seu único filho em setembro de 2014 numa entrevista à 'Sábado'. Agora, quase 3 anos depois, volta a recordar o pesadelo.
Por Ana Cristina Esteveira | 03 de maio de 2017 às 18:54

"Prometi à minha colega Cristina Ferreira que um dia lhe abriria o meu coração. Esse momento chegou", revelou Judite Sousa nas redes sociais justificando a entrevista que concedeu a Cristina Ferreira.

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Contudo, esta não foi a primeira vez que a jornalista da TVI abriu o seu coração sobre os momentos mais dolorosos que viveu em junho de 2014. Em setembro desse ano, ou seja, apenas 2 meses depois de perder o seu único filho, Judite já havia falado, em entrevista à revista ‘Sábado’, da dor, da fragilidade, da saudade e de como "pressentiu" a morte de André.

"Todos os dias penso nele, no que estaria a fazer, no que fizemos juntos. E sonho muitas vezes com o meu filho", admitiu na altura. "Estou cheia de feridas e cicatrizes e sei que isso nunca vai passar, nem quero que passe; quero viver com a saudade que sinto do meu filho. Alguém definiu a saudade como "o amor que fica e ficará para sempre" e é isso que quero sentir, quero viver morta de saudades do meu filho", adiantou na altura, completamente desfeita.

"Todos os dias penso no André e beijo as fotografias dele. O meu filho não podia morrer. Dava toda a minha vida por ele. Eu tinha o meu filho, o meu maior projecto. Era a mãe do André e agora não sou mãe de ninguém", declarou Judite Sousa.

"Choro quando estou sozinha ou quando tenho de falar do meu filho e as lágrimas são importantes. Sei que vou chorar a vida toda. Foi um golpe muito forte. Está a ser muito difícil de ultrapassar", confessou então a jornalista.

"Naquele preciso momento soube que o meu filho tinha morrido"

Quanto ao agora tão comentado "pressentimento", já em 2014, Judite Sousa revelou: "Tive um mau pressentimento... Era sexta-feira, tinha ido a uma festa de aniversário. O jantar foi em Cascais e depois decidimos ir ao Tamariz [discoteca no Estoril], sítio onde nunca tinha entrado – durante 12 anos tive uma vida muito diferente. Mas passado um bocado, comecei a sentir-me mal, havia qualquer coisa que me dizia para sair dali; sentia-me permanentemente observada. E fui-me embora. Na altura, vivia no Chiado, cheguei a casa, deitei-me e depois aquilo aconteceu... Às 5h recebi um telefonema de um grande amigo do André, o Manuel Cordeiro Ferreira, que é advogado, que me disse: "Tia, estou a chegar a sua casa. Temos de ir para o hospital de Setúbal, o André sofreu um acidente muito grave. Desça dentro de cinco minutos que estou à porta". Enfiei umas calças de ganga, um blusão. O que encontrei. Naquele preciso momento soube que o meu filho tinha morrido".

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