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Mulher de triatleta e cúmplice presos por homicídio

Luís Miguel Grilo foi encontrado nu e com um saco enfiado na cabeça, na zona de Avis.
27 de setembro de 2018 às 08:15
Rosa Grilo foi presa por ser suspeita da morte do marido, o triatleta Luís Grilo
Rosa e Luís eram felizes e tinham um casamento perfeito, assegura a irmã do triatleta, Júlia Grilo
Luís Miguel Grilo
Rosa Grilo, viúva do triatleta
Luís Miguel Grilo tinha 50 anos
Corpo de Luís Miguel Grilo foi encontrado, por acaso, num local ermo, no meio de vegetação. Polícia Judiciária tenta esclarecer as circunstâncias da morte
Rosa Grilo, à saída da PJ
Luís Miguel Grilo
Rosa e Luís eram felizes e tinham um casamento perfeito, assegura a irmã do triatleta, Júlia Grilo
Luís Miguel Grilo
Rosa Grilo, viúva do triatleta
Luís Miguel Grilo tinha 50 anos
Corpo de Luís Miguel Grilo foi encontrado, por acaso, num local ermo, no meio de vegetação. Polícia Judiciária tenta esclarecer as circunstâncias da morte
Rosa Grilo, à saída da PJ
Luís Miguel Grilo

Rosa Grilo, viúva do triatleta Luís Miguel Grilo, cujo corpo foi encontrado a 24 de agosto, nu e com um saco enfiado na cabeça, na zona de Avis – terra natal da mulher - foi detida esta quarta-feira pela Polícia Judiciária de Lisboa, sob suspeita de ter sido a mandante do crime, apurou o CM. A PJ também avançou para buscas a um homem, cúmplice da viúva, indiciado pela execução do homicídio. Ficou igualmente detido e deverão ser ambos presentes esta quinta-feira a tribunal. 

A vítima, de 50 anos, tinha sido dada como desaparecida pelas 16h30 de 16 de julho, de Alenquer, onde vivia com a família, depois de ter dito à mulher que iria fazer um treino de bicicleta. Esta foi a versão apresentada na altura por Rosa Grilo à PJ, e ao CM, mostrando estranheza pelo desaparecimento e apelando às buscas para que o marido fosse encontrado. 

Confrontada, no início deste mês, com as suspeitas que poderiam recair sobre ela, Rosa afirmou: "Não, de todo. Não tenho nada a ver com isso". E adiantou que, face aos ferimentos que o marido apresentava quando foi encontrado morto, acreditava na hipótese de um acidente de trânsito.

Família, amigos e colegas de treino procuraram a vítima durante dias, sem sucesso. O corpo acabou por ser encontrado cinco semanas depois, já em elevado grau de decomposição mas com marcas, sobretudo ao nível da cabeça, de extrema violência – o que indiciava ter-se tratado de um crime de raiva, cometido por vingança. Luís e Rosa tinham uma empresa do ramo informático, em Alverca, que agora ficou apenas nas mãos da mulher.

A PJ sempre apontou para crime de natureza passional, cometido às ordens de alguém do círculo íntimo da vítima – o que veio agora a confirmar-se. 

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