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Pânico! João Manzarra vive grande perigo no Panamá

Sozinho, o apresentador da SIC partiu para a América Central, à procura dos melhores locais de surf. O inesperado aconteceu, com Manzarra a apanhar um valente susto. Veja o vídeo.
05 de setembro de 2019 às 15:36
As imagens divertidas de João Manzarra com o seu 'Maravilha' na praia
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha
João Manzarra, maravilha

O gosto de João Manzarra, 34 anos de idade, pelo surf já o levou pelas mais distantes e exóticas paragens do mundo. Aventureiro e destemido, sempre à procura da praia e onda perfeitas, Manzarra vai colecionando histórias fantásticas, como troféus de viagem.

Por esta altura, o apresentador da SIC anda pelo Panamá, sozinho, apenas com a companhia das pranchas de surf. Esta semana, viveu um valente susto, ainda assim, sem desanimar, chegou a bom porto, com partilhas de vídeos bem humorados do momento que podia ter sido dramático. Valeram-lhe a resilência e o otimismo.

João Manzarra viajava para novo localização e nova praia. Como ainda queria surfar ao final da tarde, cometeu a imprudência de cortar caminho por uma estrada de montanha, terra batida e muita lama. Resultado: o carro em que viajava, sem características todo-o-terreno, não conseguiu ultrapassar os difíceis obstáculos e os íngremes caminhos.

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Ao final da tarde, João Manzarra viu-se apeado numa região isolada de mato. Decide meter-se ao caminho à procura de ajuda, numa via onde não passa ninguém. Acabou por encontrar uma casa remota, com gente, que lhe recusou ajuda. Percebeu que a cidade mais próxima, El Toro, estava a hora e meio de viagem, a pé.

Com o cair da noite, e apenas com o telemóvel por companhia, Manzarra não desistiu nem perdeu o humor. Até que, por fim, a tão desejada ajuda acabou por aparecer.

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Estes senhores foram responsáveis por esta semana não ter ficado sem carro e dormido na rua . Estar atascado no meio do Panamá remoto é fruto de relativa estupidez da minha parte. Alguém ter metido os piscas para perguntar, no meio de noite cerrada, se eu precisava de ajuda, oferecer sítio para dormir e desempanar-me na manhã seguinte é de uma humanidade extraordinária. Neste dia tive mesmo muita sorte. Acudir e acolher deviam ser a norma mas o medo é o que geralmente nos move nestas situações. O medo que nasce da percepção que temos da sociedade através das histórias que nos vão chegando. Que apenas são contadas porque são rara excepção embora se alastrem por todo o lado e nos façam ter uma noção de perigo hiperbolizada. Sei que há sempre muitas variáveis mas seria muito difícil no meu país, por exemplo, alguém parar o carro durante a noite para perguntar a um forasteiro panamenho barbudo se precisava de ajuda. O que vale é que para esta regra também há excepções e é graças a elas que o mundo é fixe e eu acabei por não dormir na rua. Um enorme agradecimento à família Gonzalez e a todos os que me ajudaram. (Esta história está destacada no álbum "Panamatascado" do meu Instagram)

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"Estes senhores foram responsáveis por esta semana não ter ficado sem carro e dormido na rua. Estar atascado no meio do Panamá remoto é fruto de relativa estupidez da minha parte. Alguém ter metido os piscas para perguntar, no meio de noite cerrada, se eu precisava de ajuda, oferecer sítio para dormir e desempanar-me na manhã seguinte é de uma humanidade extraordinária. Neste dia tive mesmo muita sorte. Acudir e acolher deviam ser a norma mas o medo é o que geralmente nos move nestas situações. O medo que nasce da percepção que temos da sociedade através das histórias que nos vão chegando. Que apenas são contadas porque são rara excepção embora se alastrem por todo o lado e nos façam ter uma noção de perigo hiperbolizada", partilhou Manzarra em forma de agradecimento.

"Sei que há sempre muitas variáveis mas seria muito difícil no meu país, por exemplo, alguém parar o carro durante a noite para perguntar a um forasteiro panamenho barbudo se precisava de ajuda. O que vale é que para esta regra também há excepções e é graças a elas que o mundo é fixe e eu acabei por não dormir na rua. Um enorme agradecimento à família Gonzalez e a todos os que me ajudaram", congratulou-se o apresentador em viagem pelo Panamá. Veja o vídeo com alguns dos momentos desta aventura.    

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