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Relatórios bombásticos revelam as personalidades de Bárbara e Carrilho

Uma psicóloga forense pôs a nu a personalidade das duas figuras públicas: ela é "neurótica"; ele "narcisista". Ela é "histriónica", "teatral", "dramática" e gosta de ser o centro das atenções; ele tem "baixa autoestima", sente-se "pouco valorizado" e "opta pela solidão".
Por João Bénard Garcia | 11 de fevereiro de 2017 às 11:00
Relatórios bombásticos revelam as personalidades de Bárbara e Carrilho
bárbara guimarães, carrilho
bárbara guimarães
Carrilho, no Campus de Justiça, em Lisboa
Bárbara Guimarães
manuel maria carrilho
bárbara guimarães
bárbara guimarães, carrilho
bárbara guimarães
manuel maria carrilho
Bárbara Guimarães
manuel maria carrilho
bárbara guimarães

No âmbito dos processos judiciais em que se envolveram, o ex-casal Bárbara e Carrilho expôs a alma a uma psicóloga forense que lhes tirou o retrato psicológico, mostrando personalidades diferentes das que vemos nas televisões. As perícias feitas em outubro de 2015 pela psicóloga forense Olindina Graça, do Instituto de Medicina Legal de Lisboa (IML), revelam o lado mais escondido, e por isso surpreendente e inusitado, de duas figuras públicas que se estão a digladiar em tribunal, com grande violência verbal e emocional.

A perita entrevistou Bárbara Guimarães, de 43 anos, seguindo um guião de testes médicos pré-definidos e concluiu, das respostas, gestos e reações da analisada que esta tem "uma personalidade neurótica, focada e concentrada", com "traços de labilidade emocional" (ou seja de instabilidade afetiva), e que, simultaneamente, é dona de uma "personalidade histriónica" (pessoa que adora chamar e ser o centro das atenções, ficando desconfortável se não o consegue ser).

Olindina Graça concluiu ainda que Bárbara Guimarães revela ser uma pessoa "ansiosa", "impulsiva", "racional" e "recalcada", "aparentemente adaptada", mas com "mudanças rápidas e imotivadas de humor e de estados de ânimo, buscando atenção". A especialista detetou ainda que a estrela da SIC se manifesta de forma "ora animadora, ora dramática", mas que sabe ser "sedutora, entusiasta, encantar e impressionar as pessoas", sendo bastante "teatral" pois "exagera na representação de emoções".

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O advogado Pedro Reis e Bárbara Guimarães à saída do tribunal Foto: David Martins

A médica psicóloga acredita que Bárbara "tem diferentes representações dos filhos: que Carlota é fonte de reforço positivo e não suscita stresse parental e que Dinis é fonte de perturbação parental, com elevadas exigências e um comportamento considerado disfuncional", colocando-se, no papel de mãe e em matéria de educação e disciplina, "ao nível das crianças", apesar de ter "inteligência normal superior", tal como o ex-marido.

CARRILHO IRRITA-SE E TEM BAIXA AUTOESTIMA

Manuel Maria Carrilho, de 65 anos, também se sujeitou à avaliação da mesma psicóloga forense e os resultados foram tão surpreendentes quanto esclarecedores. "Tem traços narcisistas e ansiosos", "dificuldades de concentração", "baixa resistência à fadiga", "baixa capacidade de rendimento de trabalho" e possui uma "inteligência normal superior", ao mesmo nível da da ex-mulher.

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Manuel Maria Carrilho

Olindina Graça concluiu também que Manuel Maria Carrilho tem uma grande tendência para "desenvolver sentimentos disfóricos" (mudança repentina e transitória de estados de ânimo, tais como: tristeza, pena ou angústia, sempre que falham as expetativas que cria em relação às pessoas).

Com base nestes testes, a perita do IML detetou que o ex-marido de Bárbara Guimarães demonstrou ser "algo intolerante face a situações que podem afetar as suas idealizações", descrevendo-o como sendo "racional, rígido, inibido, prático, realista, perspicaz, defensivo nas respostas, organizado, ainda que impulsivo e irritável", com "uma personalidade extratensiva (ansioso, emocional, mas que se esforça para inibir conteúdos mais impulsivos da sua personalidade) quanto à sua ressonância íntima, com algum grau de instabilidade emocional e conflitualidade".

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Bárbara e Carrilho continuam em guerra Foto: Pedro Catarino/João Miguel Rodrigues

Detetando a especialista algum "distanciamento emocional face aos filhos", reconhece-lhe ainda "elevada labilidade" (tal como a Bárbara), disse sentir que Carrilho possui "baixo limiar face à frustração", que tem "elevada dependência interpessoal", que "em stresse precisa de apoio e suporte emocional", devido à sua "baixa auto-estima, assertividade e sociabilidade". Além disto, o ex-ministro socialista da Cultura manifesta "sentimentos e pensamentos negativos sobre si próprio", "sente-se pouco valorizado" e "opta pela solidão".

Comentários

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Anónimo 21.02.2017

Ai, coitadinhos, agora fiquei cheia de peninha deles... O senhor então... com baixa auto estima e pouca resistência à frustração, deixou-me de rastos! Imagino o que o desgraçado sofreu enquanto ministro da cultura.

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