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Trump defende filho de perseguição e boatos de autismo

É o primeiro comunicado de carácter pessoal do presidente Trump e apela à privacidade do seu filho de 10 anos. Correm boatos de que o menino é autista.
26 de janeiro de 2017 às 08:46
Melania Trump poderá não voltar para o marido
Melania, a primeira dama dos EUA, mas está a ser aconselhada a divorciar-se do marido
Barron é o único filho de Melania e Donald Trump
O Presidente e a mulher, na noite da tomada de posse, 11 de janeiro de 2017
Barron brinca com o sobrinho, Theodore, de dez meses, durante a tomada de posse do pai
Barron teve dificuldades em manter-se acordado durante o discurso de vitória do pai, que decorreu às 3 da manhã. O menino é usado como justificação para a mãe se manter a morar em Nova Iorque.
Melania Trump numa saída noturna, nas ruas de Nova Iorque
Barron a bocejar, no dia da tomada de posse do pai, ao lado da mãe. A postura corporal rígida de Melania leva alguns especialista a especular que já esteja separada do marido, Donald Trump
Donald Trump com a atual mulher, a terceira, e o filho Barron, em bebé
Donald Trump e Melania Trump
barron trump
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O primeiro comunicado de carácter pessoal da Casa Branca foi sobre Barron, o filho mais novo do presidente Donald Trump.

Em consequência das anedotas e gozo de que Barron tem sido alvo no twitter e outras redes sociais, uma situação já considerada de cyberbulling, e até num programa de televisão, a Casa Branca pede para respeitar o direito à privacidade do filho de 10 anos de Donald Trump.

"Existe uma longa tradição de que as crianças, filhos dos presidentes tenham a oportunidade de crescer fora dos holofotes políticos", escreve a administração da Casa Branca. "A Casa Branca espera que a tradição continue e pedimos a vossa cooperação".

Esta é uma das razões pela qual a primeira-dama Melania Trump decidiu manter Barron fora da Casa Branca, continuando ela e o menino a morar no apartamento da Trump Tower, em Nova Iorque.

Já durante a campanha, Barron foi alvo de um boato chocante. Rosie O'Donnell, a "arqui-inimiga" de Donald Trump, insinuou que Barron sofria de autismo, alimentando os rumores que já circulavam na internet. A comediante baseara-se no comportamento de Barron durante o discurso de vitória de Trump. A insinuação enfureceu Melania, que desmentiu categoricamente a doença e ameaçou processar O'Donnell e outros utilizadores das redes sociais que fizeram comentários semelhantes. Rosie pediu desculpas. 

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