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Dar o dito por não dito! Amante de Juan Carlos diz que recebeu 65 milhões de euros "por amor e gratidão"

Corinna Larsen garantiu que serviu de testa de ferro do rei emérito em negócios ilícitos. Mas quando foi ouvida, no âmbito da investigação que está a ser levada a cabo ao pai de Felipe, apresentou outra versão.
06 de julho de 2020 às 09:48
Família real alemã apaga ligação com amante de Juan Carlos
A amante de Juan Carlos, Corinna zu Sayn-Wittgenstein, tem uma história de conflito não só com a família real espanhola. Também criou inimigos na Alemanha
 Corinna, 47 anos, nunca agradou a família do seu ex-marido, o príncipe Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Corinna e Casimir casaram em segredo em Londres, em 2000, e a relação durou até 2005. Mas o fato de ser divorciada e 8 anos mais velha que o marido nunca agradou os Sayn-Wittgenstein. O casal teve um filho, Alexander
A princesa alemã não esconde a "amizade especial" com o rei Juan Carlos e a sua antiga família faz questão de esquecer todo o passado de Casimir e Corinna
No site oficial da família real alemã não existem referências a Corinna, apesar de ser mãe do prínicipe Alexander e de ter passado 5 anos na casa real. A única sugestão pela passagem dela é quando dizer que Casimir tem "um filho, Alexander Kyril, que reside no Reino Unido, fruto de uma relação anterior"
Pelo contrário, quem está a conquistar os corações dos amantes da antiga monarquia alemã é a substituta de Corinna, a noiva de Casimir zu Sayn-Wittgenstein, Alana Bunte, uma modelo norte-americana de 27 anos
Casimir, de 45 anos, e Alana vão se casar este ano (a data não foi revelada)
A dúvida agora é saber se ao se tornar princesa Alana zu Sayn-Wittgenstein a amante do rei de Espanha perde o título real
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
 Corinna zu Sayn-Wittgenstein
 Corinna zu Sayn-Wittgenstein
 Corinna zu Sayn-Wittgenstein
 Corinna zu Sayn-Wittgenstein
 Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Alana Bunte, Casimir zu Sayn-Wittgenstein
Corinna Larsen, uma das mais conhecidas amantes de Juan Carlos I, foi quem revelou muitos dos escândalos em que o rei emérito está envolvido. Foram as suas declarações públicas que levaram a que o pai de Felipe VI começasse a ser investigado por branqueamento de capitais, fraude fiscal e suposta corrupção.

ex-amante de Juan Carlos acusou o rei emérito de a ter usado como testa de ferro para ocultar património e propriedades que possui no estrangeiro. Diz que o facto de possuir residência no Mónaco, país onde não é necessário fazer uma declaração pública de património, era muito conveniente ao antigo monarca.

A alemã garantiu ainda que o rei emérito a usava para "lavagem ilícita de dinheiro". Contudo, às autoridades suíças que estão a investigar os escândalos financeiros de Juan Carlos, Corinna Larsen avançou que em 2014 o antigo monarca espanhol lhe transferiu 64,8 milhões de euros, mas não foi com o intuito de "se desfazer do dinheiro".

Ex-amante do rei Juan Carlos acusa-o de lavagem de dinheiro ilícita
Juan Carlos e Corinna
Juan Carlos e Corinna
Juan Carlos
Juan Carlos
Juan Carlos
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
 Corinna zu Sayn-Wittgenstein e Juan Carlos
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Juan Carlos e Corinna
Juan Carlos e Corinna
Juan Carlos
Juan Carlos
Juan Carlos
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
 Corinna zu Sayn-Wittgenstein e Juan Carlos
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
Corinna zu Sayn-Wittgenstein
De acordo com o 'El País', a razão foi apenas "por amor e gratidão" e para garantir o "seu futuro e o dos seus filhos". Disse ainda a alemã ao investigador Yves Bertossa: "Juan carlos acalentava ainda a esperança de me reconquistar".

No interrogatório, que decorreu a 19 de dezembro de 2018, Corinna Larsen não retirou uma vírgula ao facto de se "tratar de um presente". "Recebi uma chamada telefónica de Canónica [administrador da Fundação Lucum] informando-me de que Juan Carlos I desejava dar-me um presente".

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"Ao telefone não me chegou a dizer da quantia exata. Disse apenas que queria encontrar-se comigo. Fui ao seu escritório.Explicou-me que o rei queria oferecer um presente aos meus filhos e a mim. A intenção era assegurar-nos um bom futuro", afirmou.

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Luna Santos Há 6 dias

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