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Tragédia incêndios

Nova atualização: 41 mortos, 71 feridos, 15 em estado grave. E António Costa mantém ministra

"Não é um tempo de demissões, é um tempo de soluções", garante o primeiro-ministro. Número de mortos dos incêndios subiu para 41
17 de outubro de 2017 às 09:52
Constança Urbano de Sousa vai mesmo manter o cargo da Administração Interna, apesar da tragédia dos incêndios florestais que se voltou a abater sob Portugal, apenas 4 meses depois dos fogos de Pedrógão Grande. Ao todo, já se perderam quase 100 vidas humanas desde o início do verão.

António Costa falou ao país esta segunda-feira à noite. Questionado sobre a situação da ministra da Administração Interna, o primeiro-ministro disse: "Não é um tempo de demissões, é um tempo de soluções".

Recorde-se que Constança Urbano de Sousa também faz questão de manter o cargo, algo que já tinha aliás manifestado logo após os incêndios de Pedrógão Grande. Esta segunda-feira, a ministra disse: "Acho que este não é o momento para a demissão, é o momento para a ação. Ir-me embora seria o caminho mais fácil, ia ter as férias que não tive". 

Os dois políticos justificaram que, num dia em que existem 525 ocorrências, como o passado domingo, não há, "nem nunca haverá" nenhum sistema "que permita chegar a cada uma das pessoas".

A Proteção Civil confirmou entretanto que o número de vítimas mortais subiu para 41, número atualizado às 17:25 desta terça-feira, dia em que está marcada uma manifestação silenciosa em Belém.

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