Notícia

Nacional

Ana Bustorff conta o pesadelo que viveu por causa de um cancro na bexiga: "Foi ano e meio de quimioterapia"

Atriz de 59 anos descobriu numa consulta de rotina que estava gravemente doente. Foi operada e obrigada a fazer duros tratamentos.
15 de junho de 2019 às 14:35
Ana Bustorff teve de fazer quimioterapia durante ano e meio por causa de cancro na bexiga
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff
Ana Bustorff

Ana Bustorff recorda o pesadelo que viveu depois de descobrir numa consulta de rotina que tinha um cancro grave na bexiga. "Mais um mês e tinha perdido a bexiga", assegura a atriz de 59 anos, que contou pormenores do pesadelo que viveu e que, ultrapassado, a tornou "mais calma" por perceber que "tudo é efémero".

Em conversa intimista com Daniel Oliveira em 'Alta Definição' a atriz que entra no sucesso 'Golpe de Sorte' reviveu o drama da doença, que diz ter sido causada pelo excesso de trabalho, de luta e de tabaco. 

"Detetei por acaso a doença, numa consulta de rotina a que fui de controlo da mama, do útero, dos ovários... A médica disse que a bexiga tinha uns contornos... Não tinha sintoma nenhum, não urinava sangue", recorda Bustorff, que 10 dias depois desta consulta estava a ser operada.

"É um tumor maligno, de alta malignidade. O médico na altura até me disse que não há tumores na bexiga benignos e que são muito recorrentes. É também uma zona do teu corpo um bocadinho esotérica, tem a ver com a anca, com a bexiga, com a segurança, com o medo, com a tua estrutura a ser muito abalada", assegura.

"Você tem um cancro grave na bexiga", disse-lhe um médico no hospital de São José, que a enviou logo para operação. A irmã, que é médica no hospital de São João, conseguiu que ela fosse operada de urgência nesse hospital.

"Foi necessário fazer quimioterapia durante um ano e meio. Foi aí que me caiu a ficha", afirma. "A quimio custa muito. Nos primeiros três meses era uma vez por semana. O que me custou mais foi o dinheiro que tive de gastar nessa altura. A quimio depois tem de ser feita no sítio onde és operada. Eu tinha de regressar, até porque tinha a estrear um espetáculo na altura... Levantava-me às cinco e meia da manhã, apanhava o comboio para o Porto, fazia a quimio e depois voltava de comboio à noite, eles iam-me buscar e ia direta para o teatro

"Aguentei bem. O pior foi psicologicamente. Como foi um sítio perto do sexo, fica-se com aquilo tudo queimado", lamenta.

"Eles punham biombos mas eu tirava os biombos para falar com as pessoas e aquilo passava mais rápido", assegura.

Comentários

Comentários
este é o seu espaço para poder comentar as nossas notícias!

Mais Lidas

+ Lidas

Instagram

Instagram

Newsletter

Newsletter

Subscreva a newsletter e receba diáriamente todas as noticias de forma confortável

;