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Investigação FLASH!

Bárbara exige 620 mil euros a Carrilho

Bárbara Guimarães quer que Carrilho lhe pague 620 mil euros por a ter feito perder trabalho. O ex-ministro diz que a culpada de não ter trabalho é a própria Bárbara, que o acusou nos tribunais e na imprensa de violência doméstica.
Por João Bénard Garcia | 04 de fevereiro de 2017 às 07:00
Os anos dramáticos de Bárbara Guimarães
Bárbara Guimarães Paparazzi
Bárbara Guimarães confiante para 2014
Bárbara Guimarães vai ter que esperar para saber quando apresenta a gala Royal Oscars.
Em outubro de 2013 rebenta o escândalo de violência doméstica e dá-se a separação de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho. Aqui, a apresentadora à saída de casa com a filha, Carlota
Entre acusações mútuas de agressão e violência, em outubro de 2013, Bárbara tinha a segurança de guarda-costas
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Bárbara Guimarães
A apresentar a XX Gala dos Globos de Ouro, em 2015
No verão de 2015, Bárbara Guimarães vive um romance com o empresário Kiki Neves. As primeiras fotos publicadas na revista FLASH! do casal em Montargil
O regresso aos tribunais, com um processo contra Manuel Maria Carrilho por violência doméstica
Bárbara Guimarães Paparazzi
Bárbara Guimarães confiante para 2014
Bárbara Guimarães numa esplanada

A apresentadora Bárbara Guimarães, de 43 anos, apresentou ao ex-marido, Manuel Maria Carrilho, de 65 anos, uma fatura de 620 mil euros por danos patrimoniais e não patrimoniais. Será só com este valor de indemnização pretendido que a estrela da SIC ultrapassará o facto de o pai dos filhos lhe ter "destruído a carreira" e "afetado a faturação", apurou o site FLASH!.

À lista de alegadas perdas laborais, Bárbara Guimarães somou a não participação em programas de televisão, a ausência de contratos publicitários e o fim das presenças pagas em eventos, trabalhos que afirma ter perdido após ter rebentado o escândalo matrimonial.

O contra-ataque dos advogados de Manuel Maria Carrilho a estas intenções monetárias da apresentadora de televisão não se fez esperar. Instruídos pelo próprio Carrilho, reagiram a esta acusação virando as palavras contra a estrela da estação de Carnaxide. "Não foi este quem decidiu separar-se de forma violenta, acusando o outro de violência doméstica e trazendo essa acusação para os media uma semana depois dos factos", descrevem os causídicos.

No mesmo documento entregue pela defesa, a equipa de juristas de Paulo Sá e Cunha adianta que Bárbara Guimarães "tem vindo até hoje a protagonizar episódios envolvendo o tratamento dado aos filhos menores que em nada certamente têm ajudado a sua imagem pública", escreveram, rematando que "a redução de convites deve ser atribuível à sua própria [Bárbara Guimarães] conduta, não à do arguido [Manuel Maria Carrilho]".

"OS NOSSOS FILHOS NÃO NOS PERDOARÃO"

Entretanto, no mesmo processo judicial – dos vários com que o casal se digladia desde 2013 nos tribunais –, Manuel Maria Carrilho apensou duas missivas enviadas por 'e-mail' à ex-mulher (a 14 de setembro e a 5 de outubro de 2014), em que, num tom excessivamente cordial, lhe dá instruções sobre a educação dos filhos.

"Escrevo-te esta nota com a melhor das intenções", começou por afirmar o ex-ministro da Cultura e ex-professor de filosofia, salientando que "uma coisa são as desinteligências pessoais, outra são os assuntos que dizem respeito à educação e acompanhamento das crianças".

Manuel Maria Carrilho deixou escrito online – e para memória futura – que acredita que os filhos estão a sofrer com a separação dos pais. "Não temos o direito de deixar que os nossos estados de alma, sejam eles quais forem, nos toldem a consciência no que diz respeito aos deveres que nos vincula em relação a eles. Se não formos capazes de fazer essa distinção clara, o prejuízo será dos nossos filhos e tenho a certeza que eles, no futuro, não nos perdoarão". Tudo isto dito e escrito numa fase da guerra do ex-casal em que Carrilho alegadamente agredia e insultava a mãe dos filhos, à frente destes, quando os entregava na casa materna.

DINIS "SENTE-SE ROUBADO" PELA MÃE

No segundo e-mail que enviou à ex-mulher, a 5 de outubro de 2014, Manuel Maria Carrilho defende ter sentido que o filho de 13 anos, Dinis Maria, odiou mudar de casa. "Tenho sentido claramente que os nossos filhos não apreciaram a tua mudança de casa (…) nomeadamente o modo inapropriado, para não dizer brutal, como ela foi feita", explanou.

A suposta brutalidade é explicada umas linhas mais abaixo: "Pelo modo como fala do seu quarto, o Dinis sente que lhe roubaram alguma coisa, que era, do ponto de vista afectivo, muito, muito importante", rematou.

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