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Bronca. Namorado de Clara de Sousa apanhado nas investigações do caso 'Máfia do Sangue'

Fernando Esteves, que recentemente lançou um livro com o apoio da pivô da SIC, era sócio de uma empresa que fazia a gestão de imagem de Paulo Lalanda e Castro, principal arguido do processo do caso 'Máfia do Sangue'.
12 de novembro de 2019 às 08:18
Clara de Sousa namora com Fernando Esteves, envolvido agora em polémica no caso 'Máfia do Sangue'

Fernando Esteves, o namorado de Clara de Sousa, principal pivô da SIC, foi envolvido no caso 'Máfia do Sangue', depois de ter sido revelada a acusação do Ministério Público no caso que envolve a Octapharma e o empresário Lalanda de Castro.

O diretor do 'Polígrafo', site que procura confirmar a veracidade de algumas notícias, viu o seu nome ser envolvido neste caso muito mediático por ter acumulado funções de jornalista e editor de política da revista Sábado e de ao mesmo tempo, pelo menos durante uma fase, ter sido igualmente sócio de uma empresa responsável pela imagem mediática da Octapharma e de Lalanda de Castro, o principal arguido do caso Máfia do Sangue. 

É o Ministério Público que revela, garante o Correio da Manhã e a Sábado, que tiveram acesso ao processo.

À Sábado, o namorado de Clara de Sousa diz apenas que foi "negligente"

De acordo com o despacho da procuradora Ana Paula Vitoriano, a que a Sábado teve acesso, Lalanda e Castro propôs a Pedro Coelho dos Santos  um contrato de assessoria mediática. Este tornou-se sócio de Fernando Esteves e através da empresa Alter Ego celebraram um contrato com o empresário para serem os responsáveis pelo acompanhamento mediático e gestão de crise da Octapharma e de Lalanda. Para isso a empresa recebia 1500 euros (mais iva) por mês.

Fernando Esteves lançou recentemente o livro 'Viral – A Epidemia de Fake News e a Guerra da Desinformação', num evento na FNAC onde esteve muito sorridente Clara de Sousa. "Em Portugal não havia um projeto totalmente dedicado a esta temática das fake news. Por isso achei que o Fernando iria preencher um vazio. Estive sempre ao lado dele a dar-lhe força para superar todas as dificuldades que pudesse encontrar pelo caminho", garantiu a pivô da SIC.

Já Esteves disse nessa altura: "A Clara acompanhou o processo, mas ainda não leu o livro. Ela é uma jornalista especial, com opiniões muito consolidadas sobre a sociedade em que vivemos. E, obviamente, os contributos dela foram muito valorizados. A Clara é uma parte fundamental da minha vida e por isso é muito importante tê-la cá hoje", explicou aos jornalistas.

Nas redes sociais, Fernando Esteves justifica o que aconteceu, garantindo que não sabia os contratos que a empresa tinha, depois de se ter afastado do dia a dia da mesma, que era gerida pelo amigo Pedro Coelho dos Santos: "Durante algum tempo, a empresa funcionou dessa forma. O Pedro ao comando e eu na minha vida como editor de política da Sábado e como escritor de livros de investigação jornalística. Até que um dia decidi finalmente sair por, de facto, não fazer sentido ter presença numa sociedade que, para todos os efeitos não existia na minha vida quotidiana".

Leia aqui na íntegra o que ele escreveu.

Comentários

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Vasco Ferreira Há 1 dia

Investiguem antes o Ministerio Publico e as suas habituais vigarices processuais, as suas mentiras constantes, o facto de não haver uma unica acusacao 100% verdadeira, o facto de nunca saberem o que se passa e mesmo assim construírem processos baseados em teorias, suposições maliciosas e etc...

Isabela Miranda Há 2 dias

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