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Violência

Carrilho está acusado mas diz que não agrediu psiquiatra do filho

Ex-ministro foi acusado dos crimes de ofensa à integridade física e injúria agravada contra o médico Pedro Strecht no intervalo de uma sessão em tribunal.
16 de fevereiro de 2017 às 19:35
Manuel Maria Carrilho com a vida suspensa
Manuel Maria Carrilho à saída do tribunal, no Campus de Justiça de Lisboa, no dia 14 de julho, sexta-feira.
Na sexta-feira, 14, Bárbara não foi ao tribunal, ao contrário de outras ocasiões. Na véspera, mostrou que a sua vida está a ganhar um novo fôlego, com o namorado Pedro Pegado, e também na televisão, onde apresenta o programa "E agora, o que é que eu faço?".
Os advogados de Manuel Maria Carrilho.
Manuel Maria Carrilho é acusado de violência doméstica. Ao contrário do que é costume, na sexta-feira, 14, não quis prestar declarações aos jornalistas.
O antigo governante, neste processo, é acusado de ter empurrado a ex mulher contra uma parede. Kiki Neves, na época namorado de Bárbara, foi testemunha e conta que socorreu a apresentadora que estava "em pânico e aos gritos".
Manuel Maria Carrilho , tribunal, bárbara guimarães
Manuel Maria Carrilho , tribunal, bárbara guimarães

Manuel Maria Carrilho está a braços com mais um problema na justiça. E por causa de violência. O ex-ministro da Cultura terá agredido Pedro Strecht, médico psiquiatra, durante o intervalo de uma sessão em tribunal. O episódio aconteceu em janeiro de 2016 mas só agora foi revelado no site da Procuradoria Distrital de Lisboa.

"O Ministério Público requereu o julgamento em tribunal singular de um arguido pela prática dos crimes de ofensa à integridade física qualificada e injúria agravada. No essencial está indiciado que o arguido, professor universitário, no dia 22.01.16, no intervalo de um julgamento no âmbito de um processo de promoção e protecção visando os seus dois filhos menores, que decorreu no Campus de Justiça, em Lisboa, após o ofendido, ter, na qualidade de médico psiquiatra, prestado depoimento, agrediu-o, provocando-lhe dores, e injuriou-o, apelidando-o de «filho da mãe », « cabrão « miserável» e « cafre »", relata a procuradoria.

Em comunicado na sua página de Facebook, Manuel Maria Carrilho explica que o episódio envolve "Pedro Strecht, pedopsiquiatra cuja actuação de conúbio com a minha ex-mulher denunciei em tribunal, em janeiro de 2016, actuação que visava descredibilizar os depoimentos feitos pelo meu filho no Tribunal Criminal de Lisboa em janeiro de 2015, e no Tribunal de Menores, em janeiro de 2016".

O antigo ministro da Cultura garante que a acusação do médico é falsa: "É importante acrescentar que a própria assistente de Pedro Strecht, ali presente e indicada como testemunha, afirmou no processo (de resto, ainda em período de instrução) nada ter visto. Mas mais importante ainda é o facto de as outras duas únicas testemunhas de Pedro Strecht nesta falsa acusação serem ... o Dr. Pedro Reis, advogado da minha ex-mulher, e a sua filha Inês Reis. O que, a meu ver, diz tudo sobre a intenção e a credibilidade desta falsa acusação".

Recorde-se que Carrilho já teve, tal como o site FLASH! revelou, acompanhamento psiquiátrico por comportamentos agressivos.

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