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Sem medo de ameaças, Catarina Furtado arrasa André Ventura: "Claro que é um perigo para a democracia"

A apresentadora da RTP vai mais longe nas preocupações em relação ao Chega e ao seu líder.
20 de janeiro de 2021 às 19:36
A guerra entre Catarina Furtado e André Ventura
andré ventura, catarina furtado
Catarina Furtado
Catarina Furtado
André Ventura
Catarina Furtado, José Fragoso
andré ventura
Catarina Furtado e João Reis
andré ventura
Catarina Furtado
andré ventura
andré ventura, catarina furtado
Catarina Furtado
Catarina Furtado
André Ventura
Catarina Furtado, José Fragoso
andré ventura
Catarina Furtado e João Reis
andré ventura
Catarina Furtado
andré ventura
Não é a primeira vez que Catarina Furtado critica André Ventura e o partido Chega. Aliás, foi por causa dessas críticas que a apresentadora da RTP comprou uma guerra com Maria Vieira que a atacou nas redes sociais, em defesa do candidato à presidência da República.

Em setembro, apresentadora do 'The Voice' juntou-se a outros famosos no ataque ao Chega, depois da polémica convenção do partido. "Que cidadãos estamos a criar quando alguns chegam (!!) a propor 'retirar os ovários às mulheres que optam por um aborto, como forma de castigo?'", questionou.

Em entrevista à TV Guia, Catarina Furtado vai mais longe nas preocupações em relação ao partido de André Ventura e ao seu líder. Sem medo das palavras, a apresentadora insurge-se: "É muito fácil ouvirmos alguém falar dos ciganos e, de repente, pensar da mesma forma. Isso é conversa de café." Isto ainda a propósito dos ataques de Maria Vieira.

Catarina garante que nunca temeu qualquer ameaça: "De todo. Não respondi, porque o silêncio é muitas vezes a melhor arma, a mais inteligente." Sobre a ascenção de André Ventura na vida política portuguesa, Catarina Furtado responzabiliza quem tem permanecido apático: "Há muito boa gente que tem ideais e que tem um pensamento humanista e que não se está a chegar à frente. Alguns bons não estão a fazer o seu trabalho". E não tem dúvidas que o líder do Chega "é um perigo para a democracia": "Ele próprio afirma que quer uma ditadura, em que são reconhecidos apenas os portugueses de bem. Eu não sei o que isso quer dizer."

Catarina Furtado recusa a ofensa fácil e deixa a desconstrução do discurso como arma de combate à demagogia. "É desmontarmos, muitas vezes, aquelas fake news. É desmontarmos as ideias, não os atacarmos. O ataque é a pior das armas. Não se deve atacar o André Ventura com ofensas. É exatamente contrapor as suas falsidades, como a dos ciganos, com argumentos", afirma deixando um exemplo: "Apenas 3,9% dos ciganos são beneficiários do Rendimento Social de Inserção."

Recorde-se que esta semana, a modelo Sara Sampaio foi vítima de insultos depois de ter criticado o partido de André Ventura, numa polémica acesa nas redes sociais, com a própria modelo a revelar ter sido insultada.


Leia a entrevista completa na edição desta semana da TV guia.

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