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Os gritos de Kathryn Mayorga enquanto era "atacada" por Cristiano Ronaldo: "Não, não, não... Implorei para parares!"

Mulher que diz ter sido violada por Cristiano Ronaldo relata em pormenor o que aconteceu na suíte. CR7 nega abusos sexuais.
11 de outubro de 2018 às 07:43

Depois de assinado o acordo de confidencialidade entre Kathryn Mayorga e Cristiano Ronaldo, que rendeu mais de 300 mil euros à mulher que diz ter sido violada pelo jogador numa suíte de um hotel em Los Angeles, a alegada vítima mandou uma carta que deveria ter sido lida por CR7. O advogado do craque, Carlos Osório de Castro, garantiu que a tinha lido a Ronaldo.

E nesta carta Mayorga descreve parte do que aconteceu, segundo a sua versão. 

"Gritei NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃÃÃÃÃO vezes sem conta e implorei-te para parares. Atacaste-me por trás com um rosário branco ao pescoço!! O que é que Deus pensaria daquilo!!! O que é que Deus pensaria de ti!!!". Depois acrescentou: "Espero que te apercebas daquilo que me fizeste e que tenhas aprendido com este erro terrível!! Não roubes a vida de outra mulher como roubaste a minha!! Não quero saber do teu dinheiro, isso era a última coisa que eu queria!! Queria justiça! Não existe mesmo justiça neste caso", dizia a carta, segundo revelou a 'Der Spigel', que revelou o caso.

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O craque português admite ter tido relações sexuais com Mayorga na penthouse do hotel, mas, de acordo com uma versão agora revelada, nega ter tido sexo anal, garantindo que as lesões que a mulher apresentava no ânus e que foram comprovadas num exame forense efetuado alguns dias depois daquela noite, terão sido "provocadas por outra pessoa".

Cristiano Ronaldo garante que o sexo foi consensual e que violação é "um crime completamente contrário a tudo aquilo em que acredita".

Kathryn já admitiu que havia mais pessoas na suíte e que uma delas terá mesmo entrado no quarto e que questionou o que é que CR7 estava a fazer, mas, até agora, não a identificou.

De acordo com o Correio da Manhã, Ronaldo assinou o acordo de confidencialidade depois daquela noite em Los Angeles, em 2009, pressionado pelos advogados do Real Madrid, com quem estava a negociar a sua transferência do Manchester United.

A imprensa italiana deu conta que o jogador acredita que este caso rebentou agora alegadamente com a ajuda do clube espanhol.






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