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Raminhos reconhece que tem comportamentos que magoam muito a mulher:" Ela vê o vazio ou o pânico no meu olhar"

António Raminhos deixa mensagem de amor a Catarina, a mãe das suas três filhas, que sofre muito com a doença mental do humorista.
14 de setembro de 2020 às 12:32
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António Raminhos volta a confessar o sofrimento que é viver permanentemente com doença mental, que, entre muitas outras situações, se pode transmitir em ataques de pânico ou ansiedade.

O humorista reconhece que a mulher, Catarina, com quem tem 3 filhas, é quem mais sofre. "É a mulher que mais amo", diz, lamentando o sofrimento que a faz, por vezes, passar.

"Quem vive sozinho com a ansiedade tem as suas vantagens e desvantagens... como tudo. Já lá estive também. Mas esta mensagem é para o outro lado, para quem vive de perto com alguém que sofre de ansiedade. Esta é a mulher que mais amo, mas também a que mais magoo sem querer e às vezes quase impotente", começou por escrever.

As imagens das férias de Catarina e António Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
Catarina Raminhos
António Raminhos e Catarina Raminhos
"Eu tenho a certeza absoluta que qualquer pessoa que sofra de ansiedade ou transtorno obsessivo dava tudo para não colocar o peso da sua dor nos ombros dos outros. Mas não é uma mania, não é ser chato ou esquisito... é querer procurar uma calma que raramente chega. Mil perguntas já lhe fiz "se faz mal", "se vai ficar tudo bem", " se achas que isto é algum problema..." , outras simplesmente ela vê o vazio ou o pânico no meu olhar. Mas está lá sempre... muitas vezes eu sei que não compreende o que estou a sentir, mas está lá sempre. Muitas vezes não me responde às perguntas, porque já respondeu e porque isso na realidade não ajuda, mas está lá sempre. A melhor ajuda que pode dar é essa e sobretudo incentivar-me a procurar ajuda, a ler, a estudar, a falar com quem seja preciso. Mas o trabalho tem de ser meu. E por eu estar lá disponível para isto... ela também está lá sempre", remata.

Nos últimos dias Raminhos tem falado muito dos dramas mentais que vive. Reconheceu que teve recentemente um dia negro. Um dos mais complicados da sua vida.

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