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Sem tabus: Julie Sergeant assume relação lésbica

A atriz, de 50 anos, fez várias revelações extraordinárias sobre a sua vida sexual.
23 de setembro de 2020 às 20:26
Julie Sergeant faz revelações íntimas sobre a sua vida sexual
"Acho que sei fazer sexo. Hoje em dia sim, sou uma mulher que sabe muito bem fazer sexo. Sei usar as mãos, sei usar a boca, sei usar tudo o que Deus Nosso Senhor me deu. É como os utensílios de cozinha: tudo tem uma função", assume a atriz em conversa sobre sexo.
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant
Julie Sergeant
Julie Sergeant
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant, atriz
Julie Sergeant
Julie Sergeant
A atriz Julie Sergeant, 50 anos de idade, está solteira há cerca de um ano. Está, como diz, a viver uma fase de "luto do casamento". Durante 15 anos viveu uma relação com o também ator Cassiano Carneiro. Juntos desde 2004, casaram em 2008. Juntos são pais de Maria Rita, de 15 anos.

Julie faz parte do painel 'Sem Tabus: As Mulheres e o Sexo', que estreou esta quarta-feira no 'Dia de Cristina', na TVI. A atriz junta-se à sexóloga Tânia Graça, à blogger Raquel Costa e à também atriz Leonor Seixas para conversarem abertamente de sexo e de sexualidade no feminino, sem preconceitos ou falsos pudores.

No testemunho de apresentação, Julie Sergeant fez várias revelações extraordinárias sobre a sua vida sexual. "Acho que sei fazer sexo. Hoje em dia sim, sou uma mulher que sabe muito bem fazer sexo. Sei usar as mãos, sei usar a boca, sei usar tudo o que Deus Nosso Senhor me deu. É como os utensílios de cozinha: tudo tem uma função", revela a atriz.

"Até casar e até estar junta 15 anos com a mesma pessoa, eu fiz sexo de várias maneiras, umas era com amor, outras era com tesão, outras era porque estava-me a apetecer", descreve. "Fretes? Nem na cama nem fora dela. Deus me livre, não sou mulher para isso. (...) Sexo e amor não se devem catalogar no sexo oposto. Eu acho que se gosta das pessoas. Já vivi com uma mulher e foi muito bom, gostei muito dela. Ainda hoje, se ela quisesse fazia-lhe um rancho de filhos, mas não quer... Se prefiro um homem ou uma mulher? Desde que seja bom, desde que me interesse intelectualmente, desde que me excite a cabeça, tanto me faz", assume Julie Sergeant.

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