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Drama

Revelação! Zé do Pipo injetou-se com o próprio sangue antes de desaparecer

Sabe-se agora que o desaparecido cantor pimba fez terapia de autosangue, técnica que não é bem vista pela classe médica.
Por João Bénard Garcia | 28 de janeiro de 2019 às 10:05

Dois meses e meio passaram desde o desaparecimento do cantor pimba, Zé do Pipo, ou seja de Nuno Batista – o homem que criou uma personagem muito popular no mundo do espetáculo.

A mulher, Celeste Roberto Batista acredita na tese de suicídio e sabe que vai ter de esperar muitos anos para reorganizar a sua vida. "É uma vida em suspenso. Tenho de aguardar dez anos até ser declarada morte presumida." Só depois de decorrido esse prazo poderá tratar das partilhas, fazer o registo de bens ou mesmo casar novamente, se assim entender.

Nuno Batista tinha sido diagnosticado com uma doença bipolar, era acompanhado por um psiquiatra a quem terá falado em suicídio e na vontade de se atirar ao mar, segundo revela a mulher, Celeste Batista, à revista 'TV Guia'.

O cantor tinha melhorado desde que iniciou em finais de 2017 um tratamento que tem tanto de revolucionário quanto de polémico, uma vez que a terapia alternativa não é bem vista pela classe médica.

"O Nuno parou o tratamento com os químicos [para tratar a doença bipolar] em novembro de 2017, começou a fazer um tratamento de autosangue [ou auto-hemoterapia, uma terapia que consiste na aplicação intramuscular de 5 a 20 miligramas de sangue extraído do próprio paciente que é aplicado diretamente no músculo do braço ou da nádega do doente e desperta a adrenalina no corpo] numa clínica da Marinha Grande", revela a mulher de Zé do Pipo.

Celeste Roberto Batista adianta ainda que "o Nuno fez dez tratamentos de autosangue e, no fim, parecia outra pessoa", avançando informações precisas de como essa terapia, que não é bem aceite pelos clínicos, mudou radicalmente a vida do músico. "Em janeiro [de 2018] ia todos os dias ao ginásio. Nunca ia, com a doença às vezes mal se mexia, e de repente ia todos os dias fazer exercício. Avisei-o que era demais e até brinquei com ele, dizendo-lhe que qualquer dia, de tanto exercício, ficava invisível."   

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