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Drama

Helena Sacadura Cabral chora morte do filho Miguel

A escritora colocou um post na sua conta pessoal do Facebook a assinalar os cinco anos sobre a morte do seu filho mais velho. " Nem um único dia esta dor deixou de fazer parte da minha vida".
Por Rui Teixeira | 24 de abril de 2017 às 12:00
Helena Sacacura Cabral chora morte do filho Miguel
Helena Sacadura Cabral com o filho Paulo Portas
Miguel Portas, fotografado em sua casa
O eurodeputado faleceu aos 53 anos
Miguel ao lado dos irmãos, Paulo e Catarina
Miguel Portas com a companheira Marisa Matias
Miguel com o amigo de partido, Francisco Louçã
O arquiteto Nuno Portas, pai de Miguel Portas
A irmã Catarina chora numa homenagem ao irmão
Miguel Portas
Miguel Portas
Miguel Portas
Miguel Portas
Miguel Portas
Miguel Portas
Miguel Portas
Miguel Portas
Foi a 24 de abril de 2012 que Miguel Portas, de 53 anos, faleceu, em Antuérpia, na Bélgica, vítima de cancro do pulmão. A mãe do economista e eurodeputado do Bloco de Esquerda na altura não quis deixar de assinalar, esta segunda-feira, os cinco anos sobre o desaparecimento do seu filho mais velho.

Helena Sacadura Cabral, num emotivo post colocado na sua conta do Facebook, confessa que continua a sofrer todos os dias e que só a lembrança do sorriso de Miguel lhe dá força para continuar.

"Faz hoje cinco anos que o meu filho Miguel faleceu. Nem um único dia deixei de lhe dar as boas noites. Nem um único dia esta dor deixou de fazer parte da minha vida. Julgo poder dizer que só uma força imensa faz com que continue a relembrar, com total serenidade, o seu sorriso!"

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Miguel Portas nasceu em Lisboa a 1 de maio de 1958 e é filho do arquiteto Nuno Portas e da economista Helena Sacadura Cabral e irmão de Paulo Portas e de Catarina Portas.

Marisa Matias, companheira de partido de Miguel Portas, e apontada como sua namorada, recordou o eurodeputado assim no seu Facebook.
"Diz-me, sabes viver sem esperança? Claro que não. Se soubéssemos, como é que vivíamos? Olha para nós, tenta ver-nos de fora. Já imaginaste? Vivemos a lutar por coisas e, convenhamos, a maioria não sonha os mesmos sonhos que nós. E nós? Acreditamos que um dia talvez e continuamos (...) Ainda é tão cedo, fica mais um bocado, sim? Não é cedo, não é tarde. Foi o tempo que o tempo permitiu (...) O que sentes agora? Paz. Muita paz. E agora, Miguel? É simples: voa. Voem"

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