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Irmãs Madruga agradecem carinho após morte do pai: "o nosso coração que neste momento está tão apertadinho"

O pai de Dália e Núria Madruga morreu na sexta-feira, 13.
17 de novembro de 2020 às 09:25
Os momentos de saudade de Núria e Dália Madruga com o pai
dália madruga, nuria madruga, constantino da silva
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Dália Madruga, amamenta, alice, marcos bastinhas
Catarina Furtado e Dália Madruga, juntas num evento sobre Psoríase.
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Núria Madruga
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Núria Madruga
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Núria Madruga
Núria Madruga
Núria Madruga
Núria Madruga
Núria Madruga
O pai de Dália e Nuria Madriga, Constantino, morreu na sexta-feira, 13. A atriz e a antiga apresentadora da RTP estão desfeitas com o sucedido, mas agradecem o carinho que têm recebido nos últimos dias.

A notícia foi primeiramente avançada por amigos e jornalistas da zona de Vila Franca de Xira e Samora Correira, onde nasceu grande parte da família. "Morreu esta sexta-feira Constantino Silva, pai das atrizes Núria e Dália Madruga, naturais de Vila Franca de Xira, mas que cresceram em Samora Correia, onde foram locutoras da Rádio Iris. Constantino Fernando Vieira da Silva foi vítima de doença prolongada e tinha 66 anos", pode-se ler

Agora, as filhas de Constantino agradecem o carinho e conforto recebido: "Obrigada de coração por todas as manifestações de carinho. Sabem muito bem, reconfortam o nosso coração que neste momento está tão apertadinho. Esta pandemia tirou-nos muita coisa, mas não deixemos que nos tire uma das mais belas demonstrações de Amor, a preocupação pelos outros. Estejam sempre por perto e atentos", referiu Nuria Madruga.

Já Dália deixou uma mensagem ao seu herói: "Não te digo adeus, nunca gostei dessa palavra, é demasiado encerrada em si própria. Prefiro dizer-te até já e garantir-te que aprendi contigo que por maior que seja a provação, depende de nós ultrapassa-laAos 50 quando tiveste o primeiro cancro, fiquei a admirar-te ainda mais, foi tão fácil, apesar daquela conversa dos médicos, do cenário negro que traçavam, tu conseguiste mostrar que nada é impossível e apesar de algumas coisinhas saíste vencedor. Como saíste agora, para nós és um campeão, lutaste de frente, nunca viraste a cara, mesmo quando parecia que estávamos a entrar nos minutos de descontos a perder, tu davas sempre a volta ao resultado. Ganhavas sempre! Meu primeiro amor, meu grande benfiquista, um avô extraordinário, apaixonado pelos netos, babado até mais não, o colo de avô que queríamos que os nossos filhos tivessem até serem adultos, podia dizer que perderam um pilar, prefiro pensar no que ganharam por terem podido ter um avô como tu. Tu, meu pai, meu amigo, meu confidente, aquele que mais se ria das minhas piadas tontas, que sempre me apoiou mesmo quando não concordava, nunca nos puseste amarras, mas sempre soubemos que tínhamos chão onde cair, tu eras o chão. Agora és o céu. Amo-te daqui até ao céu nunca fez tanto sentido. Amo-te pai!!! Amo-te!!!"

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