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Francisco Moita Flores
Francisco Moita Flores Piquete de Polícia

Propaganda populista

Só existe uma explicação para a drástica diminuição da actividade criminosa no ano de 2020 – a pandemia. A Covid-19 alterou profundamente os nossos quotidianos. Desertificou o espaço público. Diminuiu o número de pessoas em movimento, subtraiu a invasão turística a que o País estava habituado, reduziu multidões, festas, megaencontros para espectáculos ou para outro tipo de actividades. Encerrou estádios de futebol, restaurantes, hotéis, bares e discotecas.

O insulto racista

De repente, a raiva as redes sociais deram vazão à insatisfação culpando os dois ‘pretos’ pela derrota inglesa. Os ‘pretos’ destruíram a Inglaterra. Os ‘pretos’ não deviam estar em jogo porque não amam a Inglaterra. E, assim, de uma assentada, quem só tenha lido as redes sociais, ficaria com a ideia de que a seleção britânica jogou contra os ‘pretos’.

O carro do ministro

É de uma crueldade inuma aquilo que se tem vindo a passar. Desde logo pela atribuição da responsabilidade da morte à própria vítima, sem que esteja concluído qualquer inquérito. Depois porque esse mesmo inquérito não devia ser conduzido por uma autoridade policial sob a tutela de Eduardo Cabrita.

O pesadelo-milagre

Tudo está bem quando acaba bem. Mas estará? É certo que a PJ descartou a possibilidade de ter ocorrido qualquer crime. Porém, a proteção de crianças não se consome no mero plano do direito criminal.

O fantasma da morte

Como é que atletas altamente vigiados clinicamente, transpirando saúde, morrem desta maneira tão inacreditável?

Tony Carreira e o luto

Sara viverá aconchegada na memória de todos quantos a amam, como lembra Teófilo Braga. Até que todos os destinos se cumpram. Um abraço solidário, Tony Carreira. 

O futebol indigno

Com o decorrer do campeonato, nas televisões, nos jornais, nas rádios, emergiram novos protagonistas que acenderam a quezília, o confronto, a balbúrdia. Os árbitros transformaram-se em astros. Sujeitos a um escrutínio inimaginável. E os dirigentes e adeptos no espaço público em verdadeiros comandantes da dissolução do resto de ética.

As noivas do Além

A crer numa decisão proferida pelo Tribunal que sentenciou uma angariadora de noivas a uma pensa suspensa de prisão, a coisa anda agora pelos trezentos euros. A procura é, sobretudo, de imigrantes ilegais que, fugidos da fome, da guerra, da miséria mais cruel, receosos de serem expatriados, procuram noiva por uma hora. Não lhes tocam, ou melhor, nem as conhecem.

Jovens em Rede

Será a Internet um bem tão absoluto que leva a jovens, ainda menores, a viverem libertos da tutela dos pais? Ou será que os pais, confortado pelo silêncio e o recato dos filhos entendem a obsessão pelas redes sociais como um processo educativo equilibrado?

A Furiosa Internet

Os verdadeiros génios da informática são jovens. Jovens talentos que jamais ganharão nas Polícias, os valores que lícita ou ilicitamente ganham no mercado virtual. Estamos, assim, dentro de um grande incêndio descontrolado.

A inveja

Cristiano Ronaldo insurgiu-se perante tão grande injustiça, protestou, gritou, furioso, e sabendo que não podia responder ao árbitro como merecia, num gesto de raiva atirou fora a braçadeira de capitão de equipa. Foi o pretexto. O País invejoso, servil e incapaz ignorou o ‘roubo’ a Portugal.

Os Cúmplices

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